<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856</id><updated>2012-01-29T21:47:18.573-08:00</updated><category term='grupo de leitura'/><category term='Fragmentos'/><title type='text'>"Porque hoje é sábado"</title><subtitle type='html'>Blog dedicado ao Grupo de Leitura "Porque hoje é sábado"</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3216371706527886068</id><published>2010-08-29T19:23:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T19:43:40.472-07:00</updated><title type='text'>Um pouco de Ernest Hemingway</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Ernest Hemingway é uma das figuras mais reconhecidas do Século XX por sua genialidade literária, mas não apenas. Tornou-se uma representação quase mítica de virilidade: bebedor pesado, conquistador, caçador, pescador de mares profundos, aficionado por touradas, e um boxeador de socos intempestivos, dentro e fora do ringue. (...) Em especial, no que concerne ao escritor, sua vida pública era tão plena de experiências, seu mundo interno tão complexo, e ambos tão bem documentados, que é fácil perder o norte navegando em seu passado. Integrar os diversos elementos que influenciaram sua vida psíquica é uma tarefa desafiante, tendo em vista a história familiar conturbada, os estressores psicossociais e o contínuo consumo de álcool que preencheram sua vida.&lt;br /&gt;No que concerne ao trajeto do escritor, sua correspondência pessoal é plena de relatos dos estados de humor anormais que sofrera. Por exemplo, em uma carta de Hemingway para John dos Passos, ele relata em mais detalhes sua experiência depressiva: “Senti aquele gigantesco e sangrento vazio e o nada. Como se não pudesse mais sentir prazer, lutar, escrever, e tudo fosse morte”. Mas a depressão não era o único estado de humor anormal que o escritor experimentava. O primeiro maior biógrafo de Hemingway, um homem que o conhecera em vida, referia-se a ele como um “maníco-depressivo temperamental”, e escrevera que “o pêndulo em seu sistema nervoso oscila periodicamente um arco completo da megalomania á melancolia”(Baker, 1969). Mais tarde, outro biógrafo referiu: “seu humor oscilava tão rapidamente de baixo para cima e então para baixo de novo que alguém poderia quase afirmar que ele estivesse simultaneamente efusivo e deprimido”.(Lynn, 1987).&lt;br /&gt;Oscilações de humor permearam a vida de Ernest Hemingway, e também sua produção literária. Em grande parte do tempo, o escritor apresentou também dependência de álcool, circunstâncias familiares marcadas por instabilidade em suas relações afetivas decorrentes tanto do transtorno de humor quanto do consumo de álcool, traumas encefálicos graves, geralmente em vigência da substância, e uma recorrente idéia de morte, que o perseguia desde o suicídio do pai1. Referia: “Emprego um tempo considerável em matar os animais para não ter de me matar”, mencionando seu envolvimento com a caça, desde a juventude, e, de certo modo, a concomitante presença do suicídio em sua vida, também presente desde então. Terminou por suicidar-se em 1961, já com importante declínio de suas capacidades literárias, de sua funcionalidade e da saúde física, cumprindo, talvez, mais um passo de sua predisposição familiar para o suicídio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Referência&lt;br /&gt;1) Martin C.D. Ernest Hemingway: a Psychological Autopsy of a Suicide. Psychiatry 2006; 69:351-361&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Betina Mariante Cardoso &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3216371706527886068?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3216371706527886068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3216371706527886068' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3216371706527886068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3216371706527886068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/08/um-pouco-de-ernest-hemingway.html' title='Um pouco de Ernest Hemingway'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1907401491723969721</id><published>2010-08-29T19:07:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T19:23:02.111-07:00</updated><title type='text'>Ernest Hemingway em setembro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Os cavalos são ótimos.  (...) Os cavalos fizeram que Pablo se sentisse rico- e pensasse em gozar a vida(...). Esta idéia distraiu o moço. Fê-lo sorrir. Com os olhos pregados nas costas curvadas dos dois carregadores que o precediam, marchava firme por entre as árvores. Não tinha tido uma idéia alegre o dia inteiro, e aquele caso o divertia. ‘Você está ficando como os outros’, disse de si para si. ‘Também anda caindo na melancolia’.(...) ‘Todos os bons e firmes são alegres, refletiu Jordan. Muito melhor ser alegre- sinal de uma coisa: de que se é imortal enquanto se está vivo. Uma coisa complicada, já não há muitos assim. A maior parte dos lutadores joviais desapareceram.  Restam pouquíssimos. E se continuar a pensar nisso, meu rapaz, você também desaparecerá. Mude de idéias, meu caro. Nesse instante você não passa de um mero instrumento de explodir pontes.(...)”&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;“Por Quem os Sinos Dobram”&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Ernest Hemingway&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1907401491723969721?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1907401491723969721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1907401491723969721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1907401491723969721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1907401491723969721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/08/ernest-hemingway-em-setembro.html' title='Ernest Hemingway em setembro'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2810246681344838701</id><published>2010-07-30T11:56:00.002-07:00</published><updated>2010-07-30T11:59:50.828-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;“Vautrin tem razão; a fortuna que é a virtude.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"O Pai Goriot", &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Balzac&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2810246681344838701?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2810246681344838701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2810246681344838701' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2810246681344838701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2810246681344838701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/vautrin-tem-razao-fortuna-que-e-virtude.html' title=''/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2662477627680825855</id><published>2010-07-30T11:56:00.001-07:00</published><updated>2010-07-30T11:56:32.207-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>“— Paris então é um pântano?&lt;br /&gt;— E um curioso pântano — replicou Vautrin. — Aqueles que se enlameiam de carruagem são pessoas de bem; os que se enlameiam a pé são tratantes. Quem tiver a infelicidade de deitar a mão a uma ninharia será exibido na praça do Palácio da Justiça como curiosidade. Se roubar um milhão, será apontado nos salões com uma virtude. Pagamos trinta milhões à Polícia e à Justiça para manter esta moral… Bonito!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vautrin, em "Pai Goriot", Balzac&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2662477627680825855?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2662477627680825855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2662477627680825855' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2662477627680825855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2662477627680825855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/paris-entao-e-um-pantano-e-um-curioso.html' title=''/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2810006517494949053</id><published>2010-07-30T11:53:00.001-07:00</published><updated>2010-07-30T11:54:41.693-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;“Um homem que se gaba de nunca mudar de opinião é uma pessoa que se dedica a caminhar sempre em linha reta, um tolo que crê na infabilidade. Não há princípios, só há acontecimentos; não há leis, só há circunstâncias: o homem superior liga-se aos acontecimentos e às circunstâncias para manobrar. Se houvesse princípios e leis fixas, os povos nunca as mudariam como mudamos de camisa.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;Vautrin, em  "Pai Goriot"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;Balzac&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2810006517494949053?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2810006517494949053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2810006517494949053' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2810006517494949053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2810006517494949053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/um-homem-que-se-gaba-de-nunca-mudar-de.html' title=''/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2582541151365189978</id><published>2010-07-30T11:51:00.000-07:00</published><updated>2010-07-30T11:52:29.808-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;“Se lhe posso dar um conselho, rapaz, é o de reter tanto as suas opiniões como a sua palavra. Quando lhas pedirem, venda-as.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;Vautrin, em 'Pai Goriot", Balzac&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2582541151365189978?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2582541151365189978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2582541151365189978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2582541151365189978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2582541151365189978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/se-lhe-posso-dar-um-conselho-rapaz-e-o.html' title=''/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-5009490066623501414</id><published>2010-07-30T11:23:00.000-07:00</published><updated>2010-07-30T11:43:24.290-07:00</updated><title type='text'>A Casa Vauquer</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFMcaEsNqFI/AAAAAAAAAK0/QHgqfbbDoaY/s1600/Casa+Vauquer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499770804210870354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 149px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFMcaEsNqFI/AAAAAAAAAK0/QHgqfbbDoaY/s320/Casa+Vauquer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Começa a ser apresentada no primeiro capítulo da narrativa cujo título já lhe faz referência (“Uma pensão burguesa”), possuindo um papel fundamental no romance, pois é neste espaço que a grande parte das ações se desenvolve.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;O espaço da pensão Vauquer assume duas funções importantes na narrativa: a de fornecer indícios que antecipam características das personagens que ali habitam; e a de estabelecer uma “ancoragem” da narrativa no “real”.&lt;br /&gt;3.1 Espaço como indício da caracterização das personagens&lt;br /&gt;A apresentação do espaço da pensão Vauquer, ao longo do primeiro capítulo da narrativa, fornece indícios que permitem fazer inferências sobre algumas características dos indivíduos que ali habitam. As referências espaciais apresentadas criam um saber que será refletido sobre as personagens, dando indicações que permitem, de antemão, avaliá-las e as definir socialmente de maneira indireta.&lt;br /&gt;Ao iniciar o capítulo intitulado “Uma pensão burguesa”, temos a primeira referência ao tipo de hóspedes que essa casa abriga: burgueses. Contudo, ainda não é possível afirmar a classe social à qual pertencem. No decorrer do primeiro parágrafo, o narrador nos relata que “essa pensão aceita igualmente homens e mulheres, moços e velhos, sem que jamais a maledicência tenha atacado os costumes desse respeitável estabelecimento” (BALZAC, 1989, p. 23). Assim apresentada, espera-se que as personagens, que ali residam, sejam de ambos os sexos e de idades diversificadas.&lt;br /&gt;Entretanto, na sequência do parágrafo, o narrador nos diz: “é verdade que há trinta anos não se via ali uma moça, e que para um rapaz morar ali era preciso que a família lhe desse uma mesada muito pequena. Em 1819, porém, época em que este drama começa, vivia lá uma pobre moça” (BALZAC, 1989, p.23). A ausência de moças em um local que as aceita remete à falta de condições favoráveis para recebê-las, ou seja, instalações que não estão adequadas a sua presença. E o fato de um jovem somente se hospedar nessa casa se não tiver recursos para pagar uma melhor, define o tipo de classe social que ali habita: classe econômica baixa. Se o local é habitado somente pela classe baixa, se as moças o evitam, se é o último recurso para um jovem, consequentemente pode-se inferir que a estrutura é precária.&lt;br /&gt;A percepção sobre a classe econômica que aluga as dependências da Casa Vauquer confirma-se com as descrições sobre a localização desta. Após indicar a localização geográfica (“Está situado na parte baixa da rua Nova de Santa Genoveva, no ponto em que o terreno se inclina para a rua da Besta de maneira tão íngreme que raramente os cavalos sobem ou descem” - BALZAC, 1989, p. 24), dando ênfase para o aspecto íngreme que afasta o tráfego de cavalos, o narrador, ao reforçar a dificuldade de acesso, reforça também a perspectiva sobre a situação financeira dos hóspedes que ali se alojam. Este aspecto é mais uma vez reiterado, quando, ao longo do mesmo parágrafo, o narrador nos relata:&lt;br /&gt;O homem mais despreocupado ali se sente constrangido, os transeuntes mostram-se tristes, o ruído de uma carruagem transforma-se num acontecimento, as casas parecem taciturnas, as paredes lembram uma prisão. Um parisiense que por lá se perdesse veria apenas pensões burguesas ou instituições, miséria ou tédio, velhice que morre, alegre mocidade aprisionada, forçada a trabalhar. Nenhum bairro de Paris é mais horrível e, digamos de passagem, mais desconhecido. (BALZAC, 1989, p.24)&lt;br /&gt;O sentimento de constrangimento por parte de um homem despreocupado, o fato de o local estar rodeado por “miséria e tédio”, de haver “velhice que morre” e “mocidade aprisionada”, criam uma gradação que remete à pobreza do lugar, que culmina com o vocábulo “horrível”, reforçando a impressão de miséria e precariedade extremas. Após a apresentação da localização geográfica, o narrador apresenta a descrição da estrutura externa, relatando alguns detalhes que antecipam as características psicológicas das personagens como, por exemplo, a descrição seguinte:&lt;br /&gt;Sob a concavidade que essa pintura simula, eleva-se uma estátua representando o Amor. Ao verem o verniz cheio de falhas que a cobre, os amadores de símbolos descobriram nela, talvez, um mito do amor parisiense que se cura a alguns passos dali. Sob o pedestal, esta inscrição meio apagada recorda a data desse ornamento, pelo entusiasmo que testemunha por Voltaire, ao voltar a Paris em 1777: “Seja quem fores, eis teu dono:/ Ele o é, ou foi, ou há de sê-lo”. (BALZAC, 1989, p.25)&lt;br /&gt;Nesta descrição, o verniz cheio de falhas da estátua do Amor oportuniza a inferência de que os hóspedes que vivem na Casa Vauquer não são indivíduos que possuam ilusões acerca do amor inocente e extremado, pois as falhas simbolizam algo que já foi utilizado, mas que perdeu seu vigor, que se desgastou. Tais deficiências do verniz somadas a “os amadores de símbolos descobriram nela, talvez, um mito do amor parisiense que se cura a passos dali” reforçam tal ideia. A inscrição gravada ao pé da estátua demonstra que, apesar de desgastado e falhado, o amor é um ”ser” que subjuga a todos: ”Seja quem fores, eis teu dono:/ Ele o é, ou foi, ou há de sê-lo”. Então, cria-se a perspectiva de que as personagens que habitam a Casa Vauquer de alguma forma passaram ou passarão por experiências amorosas mal sucedidas, sendo esta uma característica psicológica.&lt;br /&gt;Ainda quanto às informações que podem ser apreendidas do espaço em relação às personagens, está a referência ao descaso e à sujeira da estrutura interna da pensão, o que remete ao aspecto da precariedade apontado anteriormente. Este aspecto é diretamente relacionado, pelo narrador, às roupas que portam os hóspedes da pensão: “o espetáculo desolador que oferecia o interior da casa se repetia, do mesmo modo, nas roupas dos moradores, igualmente arruinados” (BALZAC, 1989, p.30), estabelecendo, assim, uma relação de igualdade entre o aspecto da Casa Vauquer e o aspecto das personagens.&lt;br /&gt;3.2 Relações do espaço com o “real”&lt;br /&gt;Nesta narrativa, outra função que pode ser atribuída ao espaço da Casa Vauquer é a função mimética, ou seja, as referências espaciais produzem uma ilusão de realidade, estabelecendo uma relação entre o texto e o extratexto. Ao iniciar o primeiro capítulo, o narrador tenta estabelecer um “pacto de verdade” com o leitor ao utilizar a expressão “All is true” (BALZAC, 1989, p.24) para referir-se à narrativa que irá contar. Tal “pacto” não permanece apenas nessa afirmativa de “verdade”, o conjunto de descrições que segue este enunciado o fortalecerá.&lt;br /&gt;No parágrafo seguinte, buscando localizar com maior precisão a pensão, o narrador revela:&lt;br /&gt;O prédio da pensão burguesa pertence à sra. Vauquer. Está situado na parte baixa da rua Nova de Santa Genoveva, no ponto em que o terreno se inclina para a rua da Besta de maneira tão íngreme que raramente os cavalos a sobem ou descem. Dessa circunstância resulta o silêncio que reina nessas ruas, apertadas entre o zimbório do Val-de-Gracê e o zimbório do Panthéon, dois monumentos que alteram as condições da atmosfera, lançando nela tons amarelados e cobrindo tudo ali com uma sombra por efeito dos tons severos que suas cúpulas projetam. (BALZAC, 1989, p.24)&lt;br /&gt;Neste fragmento, o narrador situa geograficamente a pensão da sra. Vauquer na cidade de Paris. Para isso, utiliza-se de elementos como “parte baixa da rua Nova de Santa Genoveva”; “rua da Besta”; “zimbório do Val-de-Gracê”; “zimbório do Panthéon”, existentes no real, propiciando, assim, que o romance remeta a um saber cultural recuperável fora dele. Esses lugares “ancoram” o romance no real, produzindo a impressão que são um reflexo deste.&lt;br /&gt;Após a localização geográfica, o narrador inicia a apresentação da estrutura da pensão, sendo esta estabelecida do exterior (fachada, jardins, pátios, etc.) para o interior (primeiro pavimento, distribuição dos cômodos, etc.), criando uma impressão de movimento, como se fosse possível acompanhar o olhar do observador. Ao iniciar a descrição da fachada, o narrador aponta:&lt;br /&gt;A fachada da Casa Vauquer dá para um jardinzinho, de modo que fica em ângulo reto sobre a rua Nova de Santa Genoveva, de onde aparece em todo o comprimento. Ao longo dessa fachada entre a casa e o pequeno jardim, corre uma calha de pedra, de uma toesa de largura, diante da qual há uma aleia coberta de areia e orlada de gerânios, louros-rosa e romãzeiras, plantados em grandes vasos de louça azul e branca. (BALZAC, 1989, p. 25)&lt;br /&gt;Nesse trecho, o elemento “rua Nova de Santa Genoveva” é retomado, fortalecendo a impressão de “real” criada pelas menções anteriores. Ocorre, ainda, a agregação de componentes da estrutura física da casa, como a fachada, o jardim, a calha de pedra, a aleia, à narrativa. Tais informações configuram uma descrição que se utiliza de detalhes buscando precisão, de modo que seja possível fortalecer o vínculo com a “realidade”, produzindo um efeito “realista” na obra. Esse efeito é reforçado à medida que se amplia o número de detalhes apresentados como, por exemplo, a enumeração das plantas que orlam a aleia no trecho acima (“gerânios, louros-rosa e romãzeiras”) e a precisão da medida de largura da calha (”uma toesa de largura”).&lt;br /&gt;Ao continuar a apresentação externa da pensão, o narrador, nos dois parágrafos subsequentes à descrição da fachada, apresenta a aspectualização da entrada da casa da sra. Vauquer durante o dia e durante a noite, enfocando as mudanças entre esses dois espaços de tempo:&lt;br /&gt;Durante o dia, uma porta com claraboia e campainha estridente deixa perceber, ao fim da pequena calçada, na parede oposta à rua, um arco com a pintura imitando mármore verde, obra de um artista do bairro. Sob a concavidade que essa pintura simula, eleva-se uma estátua representando o Amor. Ao verem o verniz cheio de falhas que a cobre, os amadores do símbolo descobriram nela, talvez, um mito do amor parisiense que se cura a alguns passos dali. (...)&lt;br /&gt;Ao cair da noite, a porta da claraboia é substituída por uma inteiriça. O jardinzinho, que tem o comprimento da fachada, acha-se metido entre o muro da rua e a parede da casa vizinha, ao longo da qual pende um manto de hera que a oculta inteiramente e atrai o olhar dos transeuntes por oferecer um aspecto muito pitoresco em Paris. (...) Ao longo de cada parede corre uma alameda estreita, de cerca de 21 metros, que leva a um caramanchão de tílias (...). (BALZAC, 1989, p. 25-26)&lt;br /&gt;Neste trecho, as menções “durante o dia” e “ao cair da noite”, somadas às referências espaciais, reforçam o caráter de “real”, pois “ancoram” não só o espaço, mas também o tempo da narrativa na “realidade”. A presença de detalhes como “o verniz cheio de falhas”, “pende um manto de hera que a oculta inteiramente”, “corre uma alameda estreita, de cerca de 21 metros” também reiteram tal caráter, pois a menção de pormenores cria um efeito de particularidade ao cenário descrito, individualizando-o e diferenciando-o.&lt;br /&gt;A seguir, o narrador passa da apresentação externa da pensão para a interna, iniciando pelo andar térreo e por seus cômodos, descrevendo a sala de estar e a sala de refeições:&lt;br /&gt;Essa sala de estar comunica com uma sala de refeições, separada da cozinha pelo vão de uma escada com degraus de madeira e tijolos pintados e encerados. Nada é mais triste à vista que essa sala mobiliada com poltronas e cadeiras estofadas com crinas, com riscas alternativamente opacas e luzidias. Ao centro, vê-se uma mesa redonda com tampo de mármore de Sainte-Anne, enfeitada com esse licoreiro de porcelana branca e ornada de filetes dourados meio apagados, que se vê por toda a parte hoje em dia. Essa sala, muito mal assoalhada, tem as paredes revestidas de madeira até uma certa altura. (...) Pois bem, apesar de todos esses horrores, se a comparardes à sala de refeições, que fica ao lado, achareis essa sala de estar elegante e perfumada como o quarto de vestir de uma senhora. Essa sala, inteiramente forrada de madeira, foi, outrora, pintada com uma cor agora indistinta, que constituiu um fundo sobre o qual a imundície se acumulou em camadas, de maneira a desenhar figuras bizarras. (BALZAC, 1989, p. 26-27)&lt;br /&gt;Essa seleção de elementos e de objetos feita pelo narrador contempla aspectos da sala de refeições e da sala de jantar da pensão, peças essas normalmente frequentadas pelos hóspedes. A apresentação desses cômodos reveste-se de realismo, à medida que os detalhes são mencionados. A maneira como a descrição é realizada, possibilita ao leitor que se ponha no interior de cada uma das salas e direcione seu olhar para os móveis, objetos e demais particularidades que o narrador aponta. O detalhamento e a riqueza de pormenores permitem que se resgatem conhecimentos de fora do texto, estabelecendo, mais uma vez, uma ilusão de “real”.&lt;br /&gt;No decorrer do primeiro capítulo, o narrador passa a descrever, além do térreo, os demais andares que constituem a Casa Vauquer:&lt;br /&gt;O primeiro andar continha os melhores aposentos da casa. (...) Os dois aposentos do segundo andar (...) O terceiro andar compunha-se de quatro quartos (...) Por cima do terceiro andar havia um telheiro para estender a roupa e duas mansardas(...) (BALZAC, 1989, p.29)&lt;br /&gt;Esse trecho cria uma nova impressão de movimento que agora se direciona de baixo pra cima, indo do térreo ao telheiro. A enumeração dos andares e do telheiro reitera o caráter de “real”, pois salienta características estruturais da pensão. A partir dessa apresentação, serão introduzidas as personagens na narrativa, elemento que optamos por não analisar neste trabalho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Fonte: © Ana Paula Cantarelli 2009&lt;br /&gt;Espéculo. Revista de estudios literarios. Universidad Complutense de Madrid&lt;br /&gt;El URL de este documento es http://www.ucm.es/info/especulo/numero43/cavauque.html&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Brasil&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="mailto:anapaula_cantarelli@yahoo.com.br"&gt;anapaula_cantarelli@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-5009490066623501414?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/5009490066623501414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=5009490066623501414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5009490066623501414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5009490066623501414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/casa-vauquer.html' title='A Casa Vauquer'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFMcaEsNqFI/AAAAAAAAAK0/QHgqfbbDoaY/s72-c/Casa+Vauquer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3066095843172463469</id><published>2010-07-30T11:21:00.000-07:00</published><updated>2010-07-30T11:44:48.740-07:00</updated><title type='text'>Organização do Romance</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;O romance O pai Goriot, de Honoré de Balzac, está dividido em seis capítulos: “Uma pensão burguesa”; “As duas visitas”; “A entrada na sociedade”; “Engana-a-Morte”; “As duas filhas”; “A morte do pai”. A narrativa é realizada em terceira pessoa por um narrador que controla todo o saber, sem limitações de profundidade externa ou interna, tendo acesso a todos os lugares, bem como ao passado, presente e futuro. Sua visão é ilimitada.&lt;br /&gt;A narrativa inicia com a descrição da sra. Vauquer e de sua pensão, espaço este em que se desenvolverá a maior parte dos acontecimentos. Em seguida, um a um, os sete pensionistas internos são apresentados, entre eles o protagonista pai Goriot, que dá nome à obra. Goriot é um burguês, ex-comerciante, que enriqueceu com a especulação da venda de trigo, porém, no tempo da narrativa, não passa de um espectro daquilo que havia sido.&lt;br /&gt;Goriot é pai de duas filhas (Delfina e Nastácia), que raramente o visitam. Ambas são casadas com homens ricos, mas, apesar da riqueza de seus maridos, as filhas pedem auxílio financeiro ao pai, o que o leva a desfazer-se, pouco a pouco, de seus bens, chegando a mais completa penúria.&lt;br /&gt;Eugênio de Rastignac, outro morador da pensão, é um jovem provinciano, estudante de Direito, que busca ascender socialmente. Para isso, usa da influência de sua prima, senhora de Beauséant, que o introduz nas altas rodas francesas. Assim, conhece as filhas de Goriot, e através do envolvimento com Delfina, que se torna sua amante, toma conhecimento da exploração que o velho sofre por parte delas. Devido a esse envolvimento, ocorre uma aproximação entre Eugênio e Goriot.&lt;br /&gt;Vautrin, outro hóspede da pensão, percebe a ambição de Eugênio e tenta persuadi-lo a participar de um plano, no qual ele (Vautrin) encomendaria a morte do irmão de Vitorine (outra hóspede da pensão). Com o irmão morto, Vitorine herdaria toda a fortuna do pai. Caberia, então, a Eugênio a tarefa de seduzi-la, casando-se com ela e tomando posse de sua fortuna. Contudo, ele, apesar de indeciso em alguns momentos, acaba por recusar.&lt;br /&gt;Ao longo da narrativa, Eugênio se compadece da forma como as filhas tratavam Goriot, e quando este adoece é Rastignac quem o auxilia. Somente nos seus últimos momentos de vida, é que Goriot percebe que havia sido abandonado pelas filhas, às quais só interessava seu dinheiro. Após a morte do velho, quem toma as providências para seu funeral é Eugênio, pois Delfina e Nastácia sequer comparecem ao enterro. A narrativa termina com Eugênio considerando-se pronto, após suas experiências com Goriot e suas filhas, para fazer parte da sociedade parisiense.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Fonte: © Ana Paula Cantarelli 2009Espéculo. Revista de estudios literarios. Universidad Complutense de MadridEl URL de este documento es http://www.ucm.es/info/especulo/numero43/cavauque.html&lt;br /&gt;Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Brasil&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:anapaula_cantarelli@yahoo.com.br"&gt;anapaula_cantarelli@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3066095843172463469?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3066095843172463469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3066095843172463469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3066095843172463469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3066095843172463469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/organizacao-do-romance.html' title='Organização do Romance'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1098639285583495490</id><published>2010-07-30T11:10:00.000-07:00</published><updated>2010-07-30T11:17:28.493-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFMVvJGnDXI/AAAAAAAAAKk/m1NwQ5_uhNg/s1600/peregoriot.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499763469591186802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 258px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFMVvJGnDXI/AAAAAAAAAKk/m1NwQ5_uhNg/s400/peregoriot.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Le Pére Goriot&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="image" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:BalzacOldGoriot01.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Honoré de Balzac, Old Goriot. Philadelphia: George Barrie &amp;amp; Son, 1897&lt;br /&gt;Autor&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Honoré de Balzac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Honor%C3%A9_de_Balzac"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Honoré de Balzac&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Título no &lt;/span&gt;&lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;O PAI GORIOT&lt;br /&gt;País&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="França" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;França&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Gênero literário" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnero_liter%C3%A1rio"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Gênero&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Realismo&lt;br /&gt;Série &lt;/span&gt;&lt;a title="Comédia Humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9dia_Humana"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;A Comédia Humana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Lançamento 1835&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1098639285583495490?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1098639285583495490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1098639285583495490' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1098639285583495490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1098639285583495490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/blog-post.html' title=''/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFMVvJGnDXI/AAAAAAAAAKk/m1NwQ5_uhNg/s72-c/peregoriot.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-8924624292498050872</id><published>2010-07-28T19:39:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:40:49.316-07:00</updated><title type='text'>Conhecendo 'O Pai Goriot"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;Pai Goriot&lt;br /&gt;Romance de Honoré de Balzac (1834-35), com o título original Père Goriot, pertencente à série "Cenas da Vida Privada". O amor desmesurado de Goriot pelas duas filhas e o abandono a que estas o votam é testemunhado por Eugène de Rastignac, jovem provinciano em busca de um lugar na melhor sociedade parisiense.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-8924624292498050872?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/8924624292498050872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=8924624292498050872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8924624292498050872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8924624292498050872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/conhecendo-o-pai-goriot.html' title='Conhecendo &apos;O Pai Goriot&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-5864733485418871586</id><published>2010-07-28T19:36:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:37:27.027-07:00</updated><title type='text'>Resenha L&amp;PM</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Dando prosseguimento à publicação de A comédia humana,a monumental obra de Honoré de Balzac (1799-1850), a L&amp;amp;PM Pocket está colocando nas livrarias O pai Goriot. A comédida humana é o título geral que dá unidade aos 89 romances, novelas e histórias curtas que compõem este grande painel do século XIX, ordenado pelo autor em três partes: “Estudos de costumes”, “Estudos analíticos” e “Estudos filosóficos”. A maior delas, “Estudos de costumes”, com 66 títulos, subdivide-se em seis séries temáticas: Cenas da vida privada (na qual se incui O pai Goriot), Cenas da vida provinciana, Cenas da vida parisiense, Cenas da vida política, Cenas da vida militar e Cenas da vida rural.&lt;br /&gt;Com O pai Goriot, Balzac inaugura o procedimento que se tornou uma das marcas de A comédia humana: o retorno dos personagens nos romances seguintes, ora como protagonistas, ora como coadjuvantes. Esse é o caso, por exemplo, das filhas do pai Goriot, Delphine e Anastasie, que participam de variadas histórias.&lt;br /&gt;Em O pai Goriot, o personagem-título é tratado com desdém pelos outros locatários da pensão da senhora Vauquer. Antigamente um senhor de posses que enriquecera durante a Revolução Francesa, Goriot cria as duas filhas sozinho depois da morte da mulher. Rodeadas de luxo, as irmãs casam e se tornam, respectivamente, condessa de Restaud e baronesa de Nucingen. Goriot, agora velho e falido, é apenas uma má lembrança da origem das moças, que, para evitar os mexericos parisienses, escondem o pai.&lt;br /&gt;Mas, na pensão, dois moradores se diferenciam desse ambiente repleto de pessoas sem futuro. São eles o cínico Vautrin e Eugène de Rastignac, estudante de Direito que acaba se aproximando do pai Goriot. Rastignac é um jovem ambicioso, que, assim como as filhas de Goriot, também quer usufruir do “ouro e do prazer” que Paris oferece a um grupo de privilegiados, e para isso conta com a ajuda do misterioso Vautrin. Essa busca insaciável de Eugène por um lugar de destaque na sociedade francesa expõe, de forma mais ampla, as variadas facetas da condição humana quando essa sucumbe aos domínios do poder. O pai Goriot é um dos mais famosos romances de Balzac. Juntamente com Ilusões perdidas e Esplendores e misérias das cortesãs é considerado o segmento fundamental da espantosa obra de Honoré de Balzac.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-5864733485418871586?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/5864733485418871586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=5864733485418871586' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5864733485418871586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5864733485418871586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/resenha-l.html' title='Resenha L&amp;PM'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-6753920096505924653</id><published>2010-07-28T19:31:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:32:37.779-07:00</updated><title type='text'>Sobre a Obra "O Pai Goriot", de Balzac</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;O pai Goriot é considerado pelos críticos, juntamente com As ilusões perdidas e Esplendor e miséria das cortesãs a espinha dorsal da extensa obra de Balzac. É em O pai Goriot que o leitor é apresentado a dois das personagens mais celébres do escritor, Eugène Rastignac e Vautrin.&lt;br /&gt;A história centra-se, mormente, apesar do título, na figura de Rastignac. O jovem apoiado pela família de camponeses muda-se para a capital francesa no intuito de estudar Direito. Assim, hospeda-se na pensão da Senhora Vauquer. No local, o jovem trava contato com um estudante de medicina, com Vautrin — um quarentão que vai tentar fazer com que ele veja o mundo doutra maneira — e Goriot. Esse último é um dedicado pai que faz sacríficios inimagináveis por suas filhas. Eugène, no início de sua estada em Paris, leva a sério os estudos, porém essa sede pelo conhecimento jurídico é deixada de lado assim que ele passa almejar uma alta posição na sociedade pariesiense que se dá por meio de dinheiro e indicações. O leitor, ao ler O pai Goriot, notará que Balzac soube captar com maestria a consolidação da burguesia no início dos oitocentos. E, aqueles que gostam de História verão que a burguesia francesa, após a revolução que eclodiu no fim dos setecentos, procurava agir com códigos semelhantes ao da aristocracia; a diferença crucial, porém, é que na sociedade pós-revolucionária o sangue azul não tinha o mesmo valor que o vil metal.&lt;br /&gt;Desviei-me do caminho, retorno, então, ao enredo. Pois bem, Rastignac para galgar posições na sociedade de Paris pede ajuda à prima, uma mulher rica que lhe apresentará, tal como faz Vautrin, os atalhos para colocar-se como um homem célebre no meio burguês. É através dessa parente que o rapaz toma conhecimento de que pai Goriot é pai de duas mulheres ricas da capital francesa. Não entrarei em mais detalhes, pois senão acabarei contando boa parte dos factos que permeiam a história.&lt;br /&gt;Posso dizer que O pai Goriot possuí uma força incrível, a pluralidade de vozes que atravessa o romance demonstra a força de Balzac. O narrador e Vautrin proferem frases que vão desde à filosófia ao discurso científico que estava a brotar no início do século XIX.&lt;br /&gt;Há de se ressaltar também Paris; a cidade, além de ser o palco para as ações do romance, é com certeza a personagem central de várias obras que compõe A comédia humana, em O pai Goriot, isso não poderia ser diferente. A pólis é descrita tanto em sua miséria (a pensão da Senhora Vauquen), bem como no luxo. Porém, esse detalhamento da pobreza não é tão agressivo como nas obras de Zola. Entretanto, já vemos, a partir, dessas descrições como seria a prosa francesa no restante do século XIX.&lt;br /&gt;Ao ler Balzac, sinto-me como se estivesse acompanhando um seriado com várias temporadas, um seriado enorme, uma vez que A comédia humana conta com cerca de 1.300 personagens. Ao longo da leitura, algumas delas aparecem ora como protagonistas, ora como coadjuvantes. É leitura imperdível!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.literaturaemfoco.com/?p=1863"&gt;http://www.literaturaemfoco.com/?p=1863&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-6753920096505924653?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/6753920096505924653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=6753920096505924653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/6753920096505924653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/6753920096505924653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/sobre-obra-o-pai-goriot-de-balzac.html' title='Sobre a Obra &quot;O Pai Goriot&quot;, de Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2404387064418795732</id><published>2010-07-28T19:20:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:22:37.371-07:00</updated><title type='text'>O Pai Goriot, Balzac</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDl1NXLqHI/AAAAAAAAAKM/twLMmMozE4c/s1600/pai+goriot.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499147847302097010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 348px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDl1NXLqHI/AAAAAAAAAKM/twLMmMozE4c/s400/pai+goriot.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2404387064418795732?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2404387064418795732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2404387064418795732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2404387064418795732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2404387064418795732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/o-pai-goriot-balzac.html' title='O Pai Goriot, Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDl1NXLqHI/AAAAAAAAAKM/twLMmMozE4c/s72-c/pai+goriot.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2731177223957207459</id><published>2010-07-28T17:46:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:25:45.631-07:00</updated><title type='text'>Trecho de 'O Pai Goriot", Balzac</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Logo aparece a viúva, ataviada com sua touca de tule da qual escapam os cabelos de uma peruca mal colocada [...]. Seu rosto velhote, gorducho, do meio do qual sai um nariz de papagaio, suas mãozinhas rechonchudas, sua pessoa roliça como um rato de igreja, seu corpete cheio demais e flutuando, combinam com a sala que recende a desventura, onde a especulação se insinuou e cujo ar quente e fétido a senhora Vauquer respira sem ficar enojada. [...]Enfim, toda a sua figura explica a pensão, como a pensão implic&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDkvEwbAiI/AAAAAAAAAKE/9s1U9w-rQIE/s1600/pai+goriot.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499146642401198626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 2px; CURSOR: hand; HEIGHT: 2px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDkvEwbAiI/AAAAAAAAAKE/9s1U9w-rQIE/s320/pai+goriot.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a sua figura.” &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2731177223957207459?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2731177223957207459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2731177223957207459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2731177223957207459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2731177223957207459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/trecho-de-o-pai-goriot-balzac.html' title='Trecho de &apos;O Pai Goriot&quot;, Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDkvEwbAiI/AAAAAAAAAKE/9s1U9w-rQIE/s72-c/pai+goriot.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1156225024320778622</id><published>2010-07-27T05:43:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:34:31.017-07:00</updated><title type='text'>Trecho de "O Pai Goriot", de Balzac</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDoorJ6GBI/AAAAAAAAAKU/-8xWXKw4mTo/s1600/rastignac.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499150930496067602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDoorJ6GBI/AAAAAAAAAKU/-8xWXKw4mTo/s400/rastignac.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Ser jovem, ter sede de alta sociedade, estar faminto por uma mulher e ver duas casas abrirem-se para ele! Colocar os pés no faubourg Saint-Germain ao ir à casa da viscondessa de Beauséant, os joelhos na Chaussée-d’Antin ao ser convidado para a casa da condessa de Restaud! Num relance mergulhar de enfiada nos salões de Paris, e acreditar-se bonito o bastante para ali encontrar ajuda e proteção de um coração de mulher! Sentir-se ambicioso o suficiente para dar um magnífico pontapé na corda bamba sobre a qual é preciso caminhar com a segurança de um saltimbanco que não vai cair, e encontrar em uma mulher encantadora a melhor das varas de equilibrista!”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1156225024320778622?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1156225024320778622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1156225024320778622' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1156225024320778622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1156225024320778622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/trechos-de-pai-goriot-de-balzac.html' title='Trecho de &quot;O Pai Goriot&quot;, de Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDoorJ6GBI/AAAAAAAAAKU/-8xWXKw4mTo/s72-c/rastignac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-5441546098190111892</id><published>2010-07-25T17:29:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T19:14:53.684-07:00</updated><title type='text'>Trecho de "O Pai Goriot", de Balzac</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDkFuDgDGI/AAAAAAAAAJ8/p1r83-VtBm4/s1600/pai+goriot.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499145931932568674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDkFuDgDGI/AAAAAAAAAJ8/p1r83-VtBm4/s320/pai+goriot.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;“Após sacudir os galhos da árvore genealógica, a velha senhora concluiu que, de todas as pessoas que poderiam ajudar seu sobrinho, dentre a raça egoísta dos parentes ricos, a senhora viscondessa de Beauséant seria a menos recalcitrante. Escreveu à jovem dama uma carta no estilo antigo e entregou-a a Eugène, dizendo-lhe que, se fosse bem-sucedido junto à viscondessa, ela poderia auxiliá-lo a encontrar-se com os outros parentes. Poucos dias depois de chegar, Rastignac enviou a carta da tia à senhora de Beauséant. A viscondessa respondeu com um convite para um baile no dia seguinte.” &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estacaoliberdade.com.br/releases/goriot.htm"&gt;http://www.estacaoliberdade.com.br/releases/goriot.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-5441546098190111892?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/5441546098190111892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=5441546098190111892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5441546098190111892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5441546098190111892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/trechos-de-o-pai-goriot-de-balzac.html' title='Trecho de &quot;O Pai Goriot&quot;, de Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDkFuDgDGI/AAAAAAAAAJ8/p1r83-VtBm4/s72-c/pai+goriot.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-4402607733098856779</id><published>2010-07-25T17:21:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T17:26:58.783-07:00</updated><title type='text'>Sobre o romance "O Pai Goriot"</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Em 1834 Balzac escrevia a sua futura esposa: “Uma coisa que você não espera é O pai Goriot, uma obra-prima. A pintura de um sentimento tão grande que nada o esgota, nem os atritos, nem as feridas, nem as injustiças, um homem que é pai como um santo, um mártir e um cristão”. Quanto à “obra-prima”, Balzac está coberto de razão. Quanto à descrição do romance, por outro lado, ele não chega nem perto de mostrar toda a sua abrangência.&lt;br /&gt;O pai Goriot é um verdadeiro cruzamento de intrigas e de personagens. Além do personagem-título descrito por Balzac, deparamo-nos com um universo que abarca desde o submundo do crime — representado por um Vautrin misterioso e tentador —, até os toucadores das damas da alta sociedade. Mas o verdadeiro protagonista da ação é Eugène de Rastignac, jovem estudante provinciano almejando sucesso na sociedade parisiense que acaba de descobrir. Trata-se com efeito de um romance de formação no sentido mais estrito da expressão: a aprendizagem da vida social na Paris do século XIX.&lt;br /&gt;Aqui os personagens são criaturas de grande complexidade que vão acabar por formar a base de sustentação de toda a Comédia humana. Com este romance, Balzac inaugura o procedimento do “retorno de personagens”, pelo qual muitos nomes vão ressurgir em diversos outras obras como figuras centrais ou secundárias (é o caso, por exemplo, de Vautrin que, em As ilusões perdidas, tem um papel fundamental na ruína de Lucien de Rubempré). De forma que O pai Goriot acaba servindo como chave psicológica de obras menos cotadas do autor.&lt;br /&gt;O cerne do romance se encontra, portanto, tanto nos dramas pessoais quanto no jogo das relações humanas, nas disputas pelo poder e na conquista de suas ambições, que se apresentam com uma crueza quase imoral — ao menos para os padrões da época: “Veja, o senhor nada será se não despertar o interesse de uma mulher. Precisará de uma jovem, rica, elegante. Mas, se tiver um sentimento verdadeiro, esconda-o como um tesouro; jamais deixe alguém desconfiar dele, pois estará perdido. Deixaria de ser o carrasco para tornar-se a vítima”, sugere a Rastignac a senhora de Beauséant, sua protetora.&lt;br /&gt;Nesse universo — “esgoto moral de Paris”, como apontaram os críticos de Balzac — a aprendizagem do jovem e ingênuo Rastignac precisa passar por diversas tentações, corrupção e até o assassinato. Balzac, precursor do romance moderno e do realismo, não pretende apenas “fazer poesia”. Seu objetivo é maior, a própria concepção de uma Comédia Humana é a prova: ele busca esmiuçar a sociologia da cidade e as opções oferecidas a jovens como Rastignac na vida mundana. Por isso adverte seus leitores que, “após ler os infortúnios secretos do pai Goriot, [o leitor] jantará com apetite, atribuindo sua própria insensibilidade ao autor, taxando-o de exagerado, acusando-o de poesia. Mas que fique claro: este drama não é ficção nem romance. All is true, e é tão verdadeiro, que todos poderão reconhecer os elementos dentro de si, talvez em seu coração”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estacaoliberdade.com.br/releases/goriot.htm"&gt;http://www.estacaoliberdade.com.br/releases/goriot.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-4402607733098856779?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/4402607733098856779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=4402607733098856779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4402607733098856779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4402607733098856779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/sobre-o-pai-goriot.html' title='Sobre o romance &quot;O Pai Goriot&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3918928837083894660</id><published>2010-07-25T17:16:00.001-07:00</published><updated>2010-07-28T19:07:35.212-07:00</updated><title type='text'>Sobre O  Pai Goriot, de Balzac</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDiXuLhh7I/AAAAAAAAAJ0/oiz-Z0WcCZE/s1600/Honore_de_Balzac.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499144042180609970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 252px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDiXuLhh7I/AAAAAAAAAJ0/oiz-Z0WcCZE/s320/Honore_de_Balzac.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Le Pére Goriot (O Pai Goriot, em português) é um romence de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Honoré de Balzac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Honor%C3%A9_de_Balzac"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Honoré de Balzac&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;br /&gt;Talvez o mais conhecido romande da &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="La comédie humaine" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_com%C3%A9die_humaine"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Comédia Humana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Honoré de Balzac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Honor%C3%A9_de_Balzac"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Honoré de Balzac&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; (&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="1799" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1799"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;1799&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="1850" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1850"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;1850&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;), Le Pére Goriot, publicado pela primeira vez em 1835.&lt;br /&gt;Le Pére Goriot compõe os "Estudos dos Costumes - Cenas da Vida Privada" da &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="La comédie humaine" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_com%C3%A9die_humaine"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Comédia Humana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;, monumental obra composta por 89 romances, novelas e outras histórias, de um projeto ainda mais audacioso, de uma obra de 137, conforem seu "Catálogo do que Conterá" a &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="La comédie humaine" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_com%C3%A9die_humaine"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Comédia Humana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;, de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="1845" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1845"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;1845&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Engels" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engels"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Engels&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;, companheiro de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Karl Marx" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Karl Marx&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;, certa vez declarou acerca da obra de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Balzac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balzac"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Balzac&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;: "Aprendi mais em &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Balzac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balzac"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Balzac&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; sobre a sociedade &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Francesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francesa"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;francesa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; da primeira metáde do &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;século XIX&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;, inclusive nos seus pormenores econômicos (por exemplo, a redistribuição da &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Setor imobiliário" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Setor_imobili%C3%A1rio"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;propriedade real&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt; depois da &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Revolução Francesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Revolução Francesa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;) do que todos os livros de historiadores, economistas e estatísticos da época, juntos" (Carta a Margaret Harkness).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: wikipedia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3918928837083894660?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3918928837083894660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3918928837083894660' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3918928837083894660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3918928837083894660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/sobre-pai-goriot-de-balzac.html' title='Sobre O  Pai Goriot, de Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TFDiXuLhh7I/AAAAAAAAAJ0/oiz-Z0WcCZE/s72-c/Honore_de_Balzac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-141243874730659275</id><published>2010-07-22T16:09:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T16:12:19.101-07:00</updated><title type='text'>Excelente contribuição de Susana Espindola</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Prezada Léa,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adorei nosso encontro de sábado, consegui compreender muito do Goethe, seu ambiente e sua relevância, e até de mim mesma. Fruto desta cultura europeia-germânica, pude perceber melhor determinadas ações, atitudes, conceitos com os quais convivi toda minha vida.&lt;br /&gt;Agradeço a ti e, se puderes, transmite meus cumprimentos ao professor.&lt;br /&gt;Lamentavelmente estarei viajando no encontro sobre Balzac.&lt;br /&gt;Beijo e toca em frente com a iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Susana Espíndola &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-141243874730659275?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/141243874730659275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=141243874730659275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/141243874730659275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/141243874730659275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/excelente-contribuicao-de-susana.html' title='Excelente contribuição de Susana Espindola'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1129086817614225043</id><published>2010-07-19T17:12:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T17:36:11.952-07:00</updated><title type='text'>Pai Goriot, de Balzac</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Entramos no mês de leitura de "Pai Goriot", de Balzac, para o "Porque hoje é sábado" de 28 de agosto. Em breve, neste blog, apontamentos sobre o livro, o palestrante - escritor e editor Ivan Pinheiro Machado-, o contexto histórico e cultural em que nasceu a obra e aspectos relevantes sobre as traduções no Brasil.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O "Porque hoje é sábado" já está acontecendo no Instituto Cultural Brasileiro Norte Americano, na Riachuelo, 1257.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Acompanhem!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1129086817614225043?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1129086817614225043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1129086817614225043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1129086817614225043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1129086817614225043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/pai-goriot-de-balzac.html' title='Pai Goriot, de Balzac'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1493046732529234445</id><published>2010-07-12T09:33:00.000-07:00</published><updated>2010-07-12T09:34:57.836-07:00</updated><title type='text'>Comunicado especial de Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Queridos amigos participantes do "PORQUE HOJE É SÁBADO" :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por motivos de força maior, precisei deslocar o local do nosso evento para o Auditório Érico Veríssimo, do Instituto Cultural Norte-Americano (Riachuelo, 1257, quase em frente à Biblioteca Estadual). Acho que o evento sai ganhando ao ser incorporado à programação do Cultural, uma instituição séria e respeitável, ainda que continue sob minha coordenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, espero encontrá-los todos no dia 17, às 10 horas, nas dependências do Cultural, onde seremos aguardados no Auditório Erico Veríssimo, para ouvirmos a palestra e a abordagem crítica do Professor Doutor Gerson Neuman sobre a obra de Goethe, com ênfase ao livro "Os sofrimentos do jovem Werther". Por favor, prestigiem e compareçam, é muito importante começarmos essa nova fase com a adesão de muitos leitores e com o famoso "pé direito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, confirmem suas presenças comigo, estarei aguardando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léa Masina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1493046732529234445?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1493046732529234445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1493046732529234445' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1493046732529234445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1493046732529234445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/comunicado-especial-de-profa-dra-lea.html' title='Comunicado especial de Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-8497560658025107487</id><published>2010-07-09T14:27:00.000-07:00</published><updated>2010-07-09T14:52:24.992-07:00</updated><title type='text'>Contribuições do Prof. Dr. Gerson Neumann ao 'Porque hoje é sábado"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;strong&gt;Johann Wolfgang von Goethe – breve biografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johann Wolfgang von Goethe nasceu na cidade de Frankfurt am Main, no dia 28 de Agosto de 1749, e morreu na cidade de Weimar, no dia 22 de Março de 1832. Goethe foi um grande nome da literatura alemã. Além disso, foi um pensador que transitou por diversos ramos das ciências. Como escritor, Goethe foi uma das mais importantes figuras da literatura alemã e do romantismo europeu, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX. Juntamente com Friedrich Schiller foi um dos líderes do movimento literário romântico alemão Sturm und Drang. Romances, peças de teatro, poemas, escritos autobiográficos, reflexões teóricas nas áreas de arte, literatura e ciências naturais compõem sua vasta produção literária. Além disso, sua correspondência mantida com pensadores, viajantes e personalidades da época é de grande valor como fonte de pesquisa e análise de seu pensamento. Através do romance Os sofrimentos do jovem Werther, Goethe tornou-se famoso em toda a Europa no ano de 1774. Mais tarde, já na sua fase madura e influenciado por Friedrich Schiller, Goethe se tornou o mais importante autor do Classicismo de Weimar. Goethe é até hoje considerado o mais importante escritor alemão, cuja obra influenciou a literatura de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe"&gt;&lt;strong&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.literaturwelt.com/autoren/goethe.html"&gt;&lt;strong&gt;http://www.literaturwelt.com/autoren/goethe.html&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crítica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[…] Werther não é, simplesmente, um romance em cartas assim como A nova Heloísa de Rousseau ou Pamela de Richardson, modelos desse tipo de romance antes da empreitada goetheana. Nessas obras, embora haja uma personagem principal nítida, são as missivas de vários correspondentes que forjam a narrativa. A obra de Goethe é – no entanto e muito antes – o romance de uma alma, uma história interior, que antecipa, inclusive, a opulência psicológica de Afinidades eletivas, uma das obras-primas do autor. O “eu” mostra-se tão forte, o sujeito se evidencia tão vigoroso no romance, que não permite a aparição escrita dos correspondentes e se assegura tão somente na sua própria opinião. Em Werther todas as cartas são escritas pelo herói e apenas emendadas por um suposto editor. [...]”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Marcelo Backes, no Prefácio de Os sofrimentos do jovem Werther, L&amp;amp;PMPocket, 2009, p.8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-8497560658025107487?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/8497560658025107487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=8497560658025107487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8497560658025107487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8497560658025107487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/contribuicoes-do-prof-dr-gerson-neumann.html' title='Contribuições do Prof. Dr. Gerson Neumann ao &apos;Porque hoje é sábado&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-4942304648179968113</id><published>2010-07-03T12:12:00.000-07:00</published><updated>2010-07-03T12:14:59.171-07:00</updated><title type='text'>Email de Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Queridos amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mês de julho, nosso encontro do "Porque hoje é sábado" será no dia 17 e não no final do mês, como de costume. Isso foi decidido em função das férias de muitas pessoas que se ausentam na segunda metade de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, venho "convocá-los " a ler, de imediato, o nosso Werther. O palestrante é Doutor em Literatura, com Láurea, pela Universidade Livre de Berlin, além de especialista em Literatura Germânica . Atualmente, Gerson Neuman trabalha na UFPEL e virá a Porto Alegre especialmente para participar do nosso evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima do Werther é muito romântico e sentimental, com descrições de paisagens da natureza, e repleto de sentimentalismo e idealização. Também há as cartas, que dão um toque especial ao romance. Por causa dessa obra, que foi, de início, proibida na Alemanha, desencadeou-se uma onde de suicídios entre os jovens apaixonados... Hoje, isso parece quase impossível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam a obra, então, para que o encontro com Gerson faça MUITO SENTIDO. Ela foi recentemente publicada pela Abril e se consegue em bancas de revista por menos de 15 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço e bom final de semana, vou começar a reler o meu exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léa Masina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-4942304648179968113?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/4942304648179968113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=4942304648179968113' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4942304648179968113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4942304648179968113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/07/email-de-lea-masina.html' title='Email de Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-8394887202887942418</id><published>2010-06-30T18:27:00.000-07:00</published><updated>2010-06-30T18:31:37.680-07:00</updated><title type='text'>Contribuição da Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;"Os sofrimentos do jovem Werther"&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;OS PERSONAGENS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo do romance, sabemos que Werther está feliz fora de casa. Ele lembra de um caso amoroso mal resolvido e depois fala sobre os negócios de sua família. Em suas cartas iniciais a Wilheim, alguém próximo de sua família, ele vai relatando esses dias tranquilos, seus passeios por uma natureza feita sob medida para seu coração contemplativo. Também descreve a sociedade do lugar: as pessoas simples do povo, depois o erudito, que ele trata com algum desdém, e o baile do príncipe com seus nove filhos (um deles, a jovem Charlotte, será justamente a paixão de Werther).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse idilio com a natureza parece se espalhar - mesmo que com tintas melancólicas - pelas cartas iniciais do romance. E ele ainda está presente quando Werther conhece Lotte, naquele que ele chama de "o mais encantador espetáculo de toda a minha vida" : cercada de seis crianças, "uma linda jovem de altura mediana, que trajava um simples vestido branco, com laços de fita cor-de-rosa nos braços e no peito". Apartir daí, o leitor acompanha todo o desenrolar desse amor, até seu desenlace trágico, por meio desse registro da subjetividade que é a carta". (IN: Clássicos Abril, 2010)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Vale recordar: o próximo "Porque hoje é sábado" será no dia 17 de julho!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-8394887202887942418?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/8394887202887942418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=8394887202887942418' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8394887202887942418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8394887202887942418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/contribuicao-da-profa-dra-lea-masina_30.html' title='Contribuição da Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-9078954227845103124</id><published>2010-06-26T18:41:00.000-07:00</published><updated>2010-06-26T18:47:09.263-07:00</updated><title type='text'>"Os sofrimentos do jovem Werther"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O próximo "Porque hoje é sábado" será em 17 de julho, sobre o livro "Os sofrimentos do jovem Werther", de Goethe, com palestra de Prof. Dr Gerson Neumann . Acompanhe o blog para conhecer aspectos relevantes sobre a obra, o contexto histórico e cultural em que está inserida, e o autor.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-9078954227845103124?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/9078954227845103124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=9078954227845103124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/9078954227845103124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/9078954227845103124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/os-sofrimentos-do-jovem-werther.html' title='&quot;Os sofrimentos do jovem Werther&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3078381222598629737</id><published>2010-06-25T05:09:00.001-07:00</published><updated>2010-06-25T05:10:54.728-07:00</updated><title type='text'>Mensagem de Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Queridos amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo para insistir com os leitores que estiverem em dúvida: venham assistir ao encontro de sábado com o Ricardo Barberena, sobre "O Retrato de Dorian Gray", de Oscar Wilde. É imperdível! E mesmo quem não veio antes, não há problema, pois não há continuidade. Basta dizer que virão .É das 10 às 12 no salão de festas do meu prédio (Marquês do Herval 315).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léa &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3078381222598629737?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3078381222598629737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3078381222598629737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3078381222598629737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3078381222598629737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/queridos-amigos-escrevo-para-insistir.html' title='Mensagem de Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-8069611786717857733</id><published>2010-06-21T07:38:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T07:40:46.373-07:00</updated><title type='text'>Contribuição da Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Queridos leitores de "O Retrato de Dorian Gray":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faltem, nosso encontro será fantástico, no dia 26 de junho. Enquanto isso, só para fazer clima, leiam o fragmento abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"A história de Dorian Gray, que se mantém jovem e belo enquanto seu retrato envelhece, é uma magistral discussão sobre a arte, a vida e a moral. A narrativa de Oscar Wilde, que chocou a sociedade inglesa do final do século XIX, preserva, nos dias atuais, toda a sua força crítica"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Um abraço a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léa Masina&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-8069611786717857733?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/8069611786717857733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=8069611786717857733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8069611786717857733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8069611786717857733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/contribuicao-da-profa-dra-lea-masina.html' title='Contribuição da Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2030880008046805223</id><published>2010-06-15T17:03:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T18:04:57.917-07:00</updated><title type='text'>Traduções de 'O retrato de Dorian Gray"- Peculiaridades</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Algumas peculiaridades sobre as traduções de “O retrato de Dorian Gray” no Brasil merecem destaque. Interessante ressaltar, por exemplo, o papel do Jornalista e escritor João do Rio (João Paulo Emílio Cristovão dos Santos Coelho Barreto) na difusão da obra de Wilde em nosso país. Em 1903, descobre Oscar Wilde. Deslumbrado, encomenda, em seguida, suas obras ao livreiro Crashley. As obras eram condenadas na ocasião, portanto raras- e de alto valor. João do Rio traduziu e difundiu o trabalho de Oscar Wilde no Brasil: Salomé; Intenção, O Retrato de Dorian Gray e O Leque de Lady Windermese. Foi um dos primeiros escritores brasileiros a publicar artigos sobre Wilde, no número de abril de 1905 na revista A Renascença, sob o título Breviário do Artificialismo.&lt;br /&gt;Sobre o jornalista, escritor e primeiro tradutor de Oscar Wilde, João do Rio, refere-se que nasceu no Rio de Janeiro em agosto de 1881. Iniciou sua atividade no jornalismo aos 16 anos e, aos 18, chegou à redação do jornal Cidade do Rio. Na década de 1920, fundou 'A Pátria e o vespertino Rio Jornal'. Em 1908, escreveu 'A alma encantadora das ruas', uma de suas obras mais celebradas. Em 1910, entrou para a Academia Brasileira de Letras. João do Rio faleceu aos 39 anos, em junho de 1921.&lt;br /&gt;Outro aspecto interessante sobre as traduções de “O retrato de Dorian Gray” no Brasil refere-se à adaptação feita por Clarice Lispector. Em 1973, a escritora perde a coluna em que escrevia no “Jornal do Brasil” desde 1967 (fonte: &lt;a href="http://www.releituras.com/clispector_bio.asp"&gt;http://www.releituras.com/clispector_bio.asp&lt;/a&gt;), e passa a trabalhar como tradutora para compensar a perda do espaço. Em 1974, traduz “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde, adaptado para o público juvenil, entre outras obras. A tradução de Clarice foi publicada pela Ediouro (RJ), e está incluída na coleção de Clássicos Adaptados da editora, sob assunto “Literatura Juvenil”.&lt;br /&gt;A salientar, ainda,  outra peculiaridade sobre as traduções de “O retrato de Dorian Gray”: a tradução da primeira versão escrita pelo autor. Oscar Wilde publicou a obra inicialmente no periódico norte-americano Lippincott’s Monthly Magazine, em 20 de junho de 1890, versão que foi publicada no Brasil pela Editora Landmark, em 2009, em edição bilíngüe. Nesta, são apresentados os 13 capítulos originais publicados pela revista norte-americana, sem as alterações posteriores de 1891, que a editora Inglesa Ward, Lock and Company exigiu para lançá-lo no mercado britânico em versão mais “amena”, com a trama suave e a relação de Gray com os demais personagens mais moderada em relação à primeira, conforme divulgação da Editora Landmark. De acordo com a mesma divulgação, também, a tradução da primeira publicação, de 1890, resgata a obra em sua forma original e oferece ao público a versão mais densa, explícita e polêmica do romance de Wilde. A tradução pela Ed. Landmark foi realizada por Marcella Furtado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2030880008046805223?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2030880008046805223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2030880008046805223' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2030880008046805223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2030880008046805223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/traducoes-de-o-retrato-de-dorian-gray.html' title='Traduções de &apos;O retrato de Dorian Gray&quot;- Peculiaridades'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-7747594957661186542</id><published>2010-06-08T19:29:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T19:30:37.596-07:00</updated><title type='text'>Fragmentos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc6600;"&gt;"Eu irei ficando velho, feio, horrível. Mas este retrato se conservará eternamente jovem. Nele, nunca serei mais idoso do que neste dia de junho... Se fosse o contrário ! Se eu pudesse ser sempre moço, se o quadro envelhecesse !... Por isso, por esse milagre eu daria tudo! Sim, não há no mundo o que eu não estivesse pronto a dar em troca. Daria até a alma!" .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-7747594957661186542?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/7747594957661186542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=7747594957661186542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7747594957661186542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7747594957661186542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/fragmentos.html' title='Fragmentos'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-7380460153179741926</id><published>2010-06-08T19:20:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T17:02:58.834-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TA76fS1Z9sI/AAAAAAAAAH8/IOhfP92Xb9w/s1600/Oscar_Wilde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480593212095198914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 366px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TA76fS1Z9sI/AAAAAAAAAH8/IOhfP92Xb9w/s400/Oscar_Wilde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Oscar Wilde&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Oscar Wilde, nascido na Irlanda em 1859, cresceu em ambiente intelectual e estudou em Oxford, onde se deparou com a corrente da arte pela arte e tornou-se um dos principais expoentes do movimento artístico do Esteticismo. Famoso pelo seu cinismo e arrogância, há rumores que Retrato de Dorian Gray tenha sido a sua própria biografia. O autor possui um acervo de obras rico e extenso em contos, ensaios, peças de teatro e romance. Wilde casou e teve dois filhos, mas os boatos a respeito de sua conduta sexual se concretizaram quando Wilde foi condenado e preso por “conduta imoral”. A partir do escândalo, suas peças de teatro foram suspensas e seus livros recolhidos. Quando saiu da prisão, Oscar Wilde se auto-exilou em Paris, onde morreu em 30 de novembro de 1900 na mais absoluta decadência e solidão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-7380460153179741926?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/7380460153179741926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=7380460153179741926' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7380460153179741926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7380460153179741926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/oscar-wilde.html' title=''/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TA76fS1Z9sI/AAAAAAAAAH8/IOhfP92Xb9w/s72-c/Oscar_Wilde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-7520962066280911329</id><published>2010-06-08T19:14:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T19:28:15.411-07:00</updated><title type='text'>Sobre "O retrato de Dorian Gray"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;É uma história que questiona a beleza, a juventude, os valores morais. Pelos seus diálogos percebemos questionamentos sobre a vida e nossa atuação nela. Dorian Gray era um jovem de 20 anos pertencente à alta burguesia inglesa, de uma beleza física inimaginável, e foi retratado pelo pintor Basil Hallward, que se apaixonou pelo rapaz. Lorde Wotton era um homem extremamente inteligente, perspicaz, irônico e com grande vivência nos relacionamentos humanos, capaz de exercer forte influência sobre as demais pessoas. Este era amigo de Basil e tornou-se muito próximo de Dorian, passando a instigá-lo e a estudá-lo em suas reações e atitudes. Quando Dorian Gray deparou-se com a obra pronta (seu retrato) disse com os olhos cravados na sua efígie. – Eu irei ficando velho, feio horrível. Mas este retrato se conservará eternamente jovem. Nele, nunca serei mais idoso do que neste dia de junho... se fosse o contrário! Se eu pudesse ser sempre moço, se o&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.shvoong.com/tags/quadro/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;quadro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; envelhecesse!... Por isso, por esse milagre eu daria tudo! Sim, não há no mundo o que eu não estivesse pronto a dar a troca. Daria até a alma!. A partir daí, temos o desenrolar da história. Dorian apaixona-se por uma jovem artista, Sibyl Vane, que se apresentava num pequeno teatro. Então lhe fala em casamento. A moça, muito humilde, fica lisonjeada. Sua mãe e irmão, que estaria ingressando na Marinha, ficam preocupados. Dorian convida seus dois amigos, Basil e Lorde Wotton, para assistir a uma das apresentações da moça. Nessa noite, a moça representa muito mal. Dorian fica consternado. Seus amigos vão embora dando-lhe palavras de estímulo, enaltecendo a beleza da moça. Dorian vai até o camarim. Sibyl está feliz, e diz-lhe que, de agora em diante só viverá para o amor de Dorian. Toda a energia vital de Sibyl estava dirigida ao representar; assim que se apaixonou, sua energia foi dirigida para o objeto amado e apresentou-se como uma artista medíocre. Isto levou Dorian a desapaixonar-se. Então, ele a humilhou e desprezou. Virou lhe as costas para nunca mais voltar. Ao chegar a casa, Dorian, dirigiu-se a seu quarto e, ao olhar seu retrato, quase ensandeceu, ao perceber que o quadro havia se alterado. Seu sorriso não era mais o mesmo. Caracteriza-se pelo cinismo e maldade. Refletiu e percebeu que o quadro refletia sua alma. Portanto deveria desculpar-se com Sibyl, assim o quadro voltaria ao normal. Entretanto, era tarde demais, Sibyl havia cometido suicídio. A partir de então, Dorian passou a viver tudo que lhe era ou não permitido. Passou a ter uma conduta fria e interesseira com todos à sua volta. Induziu pessoas a atos vulgares e criminosos, sempre impune. Assassinou seu amigo Basil, à facadas, quando este descobre o que está acontecendo. Leva outro amigo, um químico, ao suicídio após induzi-lo a desfazer-se do cadáver de Basil. Apenas o quadro se alterava, transformando-se numa figura monstruosa sendo que das mãos da imagem gotejava sangue. Dorian já contava com 40 anos, quando pensou em curar sua alma. Pensou em levar uma vida pura, sem magoar quem quer que fosse. E por isso não se aproveitou de uma camponesa. Ele se dá conta de que sua soberba o levou a esta vida de pecados. Amaldiçoou sua beleza e mocidade e pensou que sem elas sua vida seria pura. O que mais lhe doía era a morte, em vida, da sua alma. Dorian havia escondido o quadro num quarto desocupado, que fora de seu avô. Sobe até o quarto, olha o quadro e grita de terror. Apesar de suas boas ações, o quadro não se alterara para melhor como supunha, continuava a gotejar sangue ainda mais vivo e estava mais horrendo. Então Dorian percebe claramente a verdade: por vaidade, ele poupara a camponesa e a hipocrisia pusera-lhe no rosto a máscara da bondade. A única prova de seu mau caráter, de sua consciência, era o quadro. Então, resolveu destruí-lo. E, com a mesma faca com que matou Basil, trespassou o retrato. Ouviu-se um grito. Os criados acudiram. E, quando conseguiram adentrar ao quarto, viram na parede o magnífico retrato, e, no chão, jazia o corpo de Dorian, com a faca cravada no peito, que só pôde ser reconhecido pelos anéis em seus dedos.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Nesta semana, seguirá série de textos sobre a obra e suas traduções.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Acompanhe!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-7520962066280911329?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/7520962066280911329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=7520962066280911329' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7520962066280911329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7520962066280911329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/sobre-o-retrato-de-dorian-gray.html' title='Sobre &quot;O retrato de Dorian Gray&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2208672906806613161</id><published>2010-06-05T09:48:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T09:50:07.094-07:00</updated><title type='text'>Email da Coordenadora sobre o próximo "Porque hoje é sábado"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Queridos amigos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dêem uma olhada no nosso blog para irem se preparando para o encontro sobre "O retrato de Dorian Gray", um dos livros mais importantes da literatura ocidental. Leiam as sugestões postadas pela Editorial Luminara e o curriculum do nosso palestrante, Dr. Ricardo Barberena. Com certeza, todos irão gostar.E vamos encarando a leitura que, aliás, já está à venda nas bancas de resvistas e vale a pena adquirir. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O BLOG:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.leiturascomlea.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;http://www.leiturascomlea.blogspot.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Abração da Léa&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2208672906806613161?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2208672906806613161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2208672906806613161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2208672906806613161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2208672906806613161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/email-da-coordenadora-sobre-o-proximo.html' title='Email da Coordenadora sobre o próximo &quot;Porque hoje é sábado&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-7366541037735153759</id><published>2010-06-05T07:39:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T07:41:01.470-07:00</updated><title type='text'>O retrato de Dorian Gray</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;“Estava o estúdio impregnado do forte cheiro das rosas. Quando, por entre as árvores do jardim, passava a leve viração, entrava pela porta aberta o odor dos lilases, de mistura com o perfume mais sutil das madressilvas.De um canto do divã entre almofadas persas, onde habitualmente se estirava, fumando inúmeros cigarros, lorde Henry Wotton percebia perfeitamente o brilho das doces flores cor de mel, cobrindo um ébano de galhos trementes, como cansados de suportar o peso de tão fascinante esplendor.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-7366541037735153759?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/7366541037735153759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=7366541037735153759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7366541037735153759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7366541037735153759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/o-retrato-de-dorian-gray.html' title='O retrato de Dorian Gray'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1438154270344173980</id><published>2010-06-05T06:45:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T07:43:20.486-07:00</updated><title type='text'>O Retrato de Dorian Gray- Oscar Wilde</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApaXbiX39I/AAAAAAAAAHU/u7dRbhCHbn8/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479291255225049042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 258px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApaXbiX39I/AAAAAAAAAHU/u7dRbhCHbn8/s400/Lippincott_doriangray.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;O Retrato de Dorian Gray (no original em &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Língua inglesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;inglês&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;, The Picture of Dorian Gray) é um &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Romance" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Romance"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;romance&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; publicado por &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Oscar Wilde" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Oscar Wilde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;, considerado um dos grandes escritores &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Irlandeses" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Irlandeses"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;irlandeses&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; do &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;século XIX&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;. Foi publicado inicialmente como a história principal da Lippincott's Monthly Magazine em &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="20 de junho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_junho"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;20 de junho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="1890" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1890"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;1890&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Retrato_de_Dorian_Gray#cite_note-Penguin_Intro_pg_ix-0"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Oscar Wilde" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Wilde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; depois reviu, alterou e ampliou essa edição, que foi publicada como a versão mais tarde por Ward, Lock e Company em abril de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="1891" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1891"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;1891&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Retrato_de_Dorian_Gray#cite_note-Publish-1"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;[2]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;SINOPSE &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;O romance, de forte cariz estético, conta a história fictícia de um homem jovem chamado Dorian Gray na &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Inglaterra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Inglaterra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Aristocracia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aristocracia"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;aristocrática&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; e &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Hedonismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hedonismo"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;hedonista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; do &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;século XIX&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;, que torna-se modelo para uma pintura do artista Basil Hallward. Dorian tornou-se não apenas modelo de Basil pela sua beleza física (um "&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Adônis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ad%C3%B4nis"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Adônis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; que se diria feito de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Marfim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marfim"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;marfim&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; e pétalas de rosa"), mas também tornou-se uma fonte de inspiração para outras obras e, implicitamente no texto, uma paixão platônica por parte do pintor. Mas o seu retrato, que Basil não quer expôr por ter colocado "muito de mim mesmo", foi sua grande &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Obra-prima" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obra-prima"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;obra-prima&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;br /&gt;Lord Henry Wotton, um aristocrata &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Cinismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinismo"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;cínico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; e &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Hedonismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hedonismo"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;hedonista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; típico da época e grande amigo de Basil, conhece Dorian e o seduz para sua visão de mundo, onde o único propósito que vale a pena ser perseguido é o da beleza e do prazer: "sou de parecer que se o homem vivesse plena e totalmente a sua vida, desse forma a todo sentimento, expressão a toda idéia, realidade a todo devaneio... creio que o mundo receberia um novo impulso eufórico,um impulso de alegria que nos faria esquecer todos os males do medievalismo e voltar aos ideais &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Helenismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Helenismo"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;helênicos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;..."&lt;br /&gt;No entanto, segundo Henry, a beleza é efêmera. Até mesmo a &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Inteligência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;inteligência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; lhe é prejudicial: "a beleza, a verdadeira beleza, acaba onde principia a expressão inteligente", enquanto que "a beleza é uma forma de gênio... mais elevada que o gênio, pois dispensa explicação". Dorian foi seduzido pelas palavras de Henry e pela tristeza de seu destino: "o senhor dispõe só de alguns anos para viver deveras, perfeitamente, plenamente. Quando a mocidade passar, a sua beleza ir-se-á com ela; então o senhor descobrirá que já não o aguardam triunfos, ou que só lhe restam as vitórias medíocres que a recordação do passado tornará mais amargas que destroçadas.".&lt;br /&gt;Ao ver-se em seu retrato finalmente pronto, exaspera-se:&lt;br /&gt;"Eu irei ficando velho, feio, horrível. Mas este retrato se conservará eternamente jovem. Nele, nunca serei mais idoso do que neste dia de junho... Se fosse o contrário! Se eu pudesse ser sempre moço, se o quadro envelhecesse!... Por isso, por esse milagre eu daria tudo! Sim, não há no mundo o que eu não estivesse pronto a dar em troca. Daria até a alma!" .&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;IMPORTÂNCIA&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Esta obra tornou-se um símbolo da juventude intelectual "decadente" da época e de suas críticas à cultura &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Vitoriana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitoriana"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;vitoriana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;, além de ter despertado grande polêmica em relação ao seu conteúdo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Queer Art" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Queer_Art"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;homoerótico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; (o autor, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Oscar Wilde" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Oscar Wilde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;, era &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Homossexual" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homossexual"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;homossexual&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; e foi preso por isso). O próprio Oscar Wilde foi apontado como o pai do decadentismo na Inglaterra, coisa que ele sempre negou. Aquando do julgamento de Wilde algumas partes deste livro foram usadas contra si. O facto de ser imoral não abonou nada a favor de Wilde, além disso provou-se ter sido influenciado pela literatura francesa de então que promovia um estilo estético a converter para a decadência.&lt;br /&gt;Hoje, o livro tem sido descrito como "um dos clássicos modernos da &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Literatura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Literatura&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; Ocidental"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Retrato_de_Dorian_Gray#cite_note-Classic-2"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;. A &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="BBC" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BBC"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;BBC&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; classificou a obra como 118 na sua lista de "Big Read", uma lista com os 200 romances mais populares. Afinal, o livro é mais importante que a polêmica que gerou, como Oscar Wilde escreveu em seu prefácio: "Não existe livro moral ou amoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo." Algumas bandas dos anos 80 como Smiths se influenciaram em Oscar Wilde.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;Referências &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;1.The Picture of Dorian Gray (Penguin Classics) - Introdução &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;2. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="external text" href="http://www.turksheadreview.com/library/notes-doriangray.html" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Notes on The Picture of Dorian Gray&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; - Visão geral do texto, fontes, influências, temas e um resumo do livro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="external text" href="http://www.poemhunter.com/oscar-wilde/books/poet-3068/" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Books of the poet: Oscar Wilde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;FONTE: WIKIPEDIA&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApWaIzfZhI/AAAAAAAAAHM/JCCVQOBVcog/s1600/Lippincott_doriangray.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1438154270344173980?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1438154270344173980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1438154270344173980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1438154270344173980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1438154270344173980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/o-retrato-de-dorian-gray-oscar-wilde.html' title='O Retrato de Dorian Gray- Oscar Wilde'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/TApaXbiX39I/AAAAAAAAAHU/u7dRbhCHbn8/s72-c/Lippincott_doriangray.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1416713987533361770</id><published>2010-06-04T16:55:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T17:08:44.494-07:00</updated><title type='text'>Próximo encontro de "Porque hoje é sábado"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;O próximo encontro do grupo de leitura coordenado pela Profa. Dra. Léa Masina será sobre o livro "O retrato de Dorian Gray", de Oscar Wilde, com a palestra de Prof. Dr. Ricardo Barberena. Acompanhe o blog durante o mês de junho para conhecer o palestrante, o autor, a obra, e suas traduções no Brasil.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;O encontro ocorrerá no sábado 26 de junho, das 10hs às 12hs. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Em breve, neste blog &lt;a href="http://www.leiturascomlea.blogspot.com/"&gt;http://www.leiturascomlea.blogspot.com&lt;/a&gt; , novos textos sobre O Retrato de Dorian Gray. Participe!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;As inscrições são feitas pelo email da coordenadora, Profa. Dra. Léa Masina&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:lmasina.ez@terra.com.br"&gt;lmasina.ez@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1416713987533361770?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1416713987533361770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1416713987533361770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1416713987533361770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1416713987533361770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/06/proximo-encontro-de-porque-hoje-e.html' title='Próximo encontro de &quot;Porque hoje é sábado&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-48154306894765685</id><published>2010-05-31T10:18:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T10:23:56.362-07:00</updated><title type='text'>Retorno do Prof. Nicotti sobre "Porque hoje é sábado"</title><content type='html'>Abaixo, o email enviado por Prof. Nicotti, ministrante do  excelente encontro o último sábado, 29 de maio, sobre o livro Crime e Castigo, de Dostoiévski.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;"Prof. Léa Masina&lt;br /&gt;    Primeiramente, gostaria de agradecer mais uma vez pela boa acolhida e pelo convite feito. Este grupo que se reúne aos sábados pela manhã destoa da cidade, como comentei hoje pela manhã. Foi um imenso prazer estar com vocês neste encontro dostoievskiano. Foi uma manhã de sábado que há tempo eu não desfrutava.  Aliás, amanhã mesmo começo minhas observações sobre CRIME E CASTIGO. Obrigado, também, por mais este convite.&lt;br /&gt;Abraço. Nicotti. "&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-48154306894765685?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/48154306894765685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=48154306894765685' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/48154306894765685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/48154306894765685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/retorno-do-prof-nicotti-sobre-porque.html' title='Retorno do Prof. Nicotti sobre &quot;Porque hoje é sábado&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-7703917826309603219</id><published>2010-05-09T18:27:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T19:34:29.077-07:00</updated><title type='text'>Algumas traduções de Crime e Castigo no Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Crime e Castigo, na edição da Editora 34, tem tradução direta do russo, por Paulo Bezerra, e edição atualizada em 2009, pelo acordo ortográfico.&lt;br /&gt;Prêmio Paulo Rónai da Biblioteca Nacional de Melhor Tradução 2002. &lt;em&gt;Sobre o tradutor:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bezerra estudou língua e literatura russa na Universidade Lomonóssov, em Moscou, e foi professor de teoria da literatura na UERJ e de língua e literatura russa na USP. Livre-docente em Letras, leciona atualmente na Universidade Federal Fluminense. Já verteu diretamente do russo mais de quarenta obras nos campos da filosofia, psicologia, teoria literária e ficção, destacando-se suas premiadas traduções de Crime e castigo, O idiota e Os demônios, de Dostoiévski. Entrevista com o tradutor Paulo Bezerra no link: &lt;a href="http://www.ufmg.br/boletim/bol1442/sexta.shtml"&gt;http://www.ufmg.br/boletim/bol1442/sexta.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;__________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Coleção L&amp;amp;PM POCKET&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;CRIME E CASTIGO&lt;br /&gt;PRESTUPLENIE I NAKAZANIE&lt;br /&gt;&lt;a class="Mini2" href="http://www.lpm-editores.com.br/autores/go.asp?AutorID=835470"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Dostoiévski&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Tradução de Natália Nunes e Oscar Mendes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Leia um trecho do livro no site da L&amp;amp;PM Editores&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Link: &lt;a href="http://www.lpm-editores.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&amp;amp;CategoriaID=636453&amp;amp;ID=537283"&gt;http://www.lpm-editores.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&amp;amp;CategoriaID=636453&amp;amp;ID=537283&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;___________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Sobre as traduções- visita ao blog &lt;a href="http://www.armonte.wordpress.com/"&gt;http://www.armonte.wordpress.com/&lt;/a&gt; :&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;"No começo dos anos 80, li Crime e Castigo, de Dostoievski, pela primeira vez. A Abril Cultural, àquela época, estava lançando a série “Obras-Primas” em edições caprichadíssimas quanto a capas, papel, lombada, tudo de primeira, e muito barato. A tradução era de Natália Nunes (a mesma que consta das Obras Completas pela Aguilar).&lt;br /&gt;Em 2001, pela editora 34 apareceu a tradução de Paulo Bezerra, ao que consta a única direta do russo.&lt;br /&gt;Entre uma e outra (“biquei” também nas minhas diversas e fragmentadas voltas ao livro a tradução de Luiz Cláudio de Castro, que saiu pela Ediouro), descobri nos sebos a edição que a José Olympio fez das obras de Dostoievski e creio que ali encontrei o “meu” Crime e Castigo, o de Rosário Fusco (sua tradução foi publicada, em primeira edição, em 1949; tenho a edição de 1955, onde não se modernizara ainda a transcrição dos nomes russos, eles estão todos à francesa; mais tarde, em edições posteriores, Guimarães Rosa supervisionou a nova transcrição).&lt;br /&gt;Quem é Rosário Fusco? Um grande nome do modernismo mineiro (nasceu em 1910 e morreu em 1976), membro do grupo que em Cataguazes manteve a revista “Verde”. Como ele está praticamente esquecido, ainda mais com esse nome exótico, devo dizer que só soube mais da sua existência e da sua obra quando estava estudando o modernismo mineiro para minha tese de doutorado sobre Autran Dourado. Há um capítulo nela chamado “O tamanho mineiro do modernismo”, em que estudo textos de Godofredo Rangel, João Alphonsus e Cyro dos Anjos e também comento algo a respeito de Fusco e Afonso Arinos. Para mim, durante anos, Fusco foi única e exclusivamente o esplêndido tradutor de nome insólito de Crime e Castigo. Na época em que escrevia a minha tese (final dos anos 90 e começo desta nossa década) era ainda muito refratário à Internet, praticamente não a utilizava, e meu método de pesquisa era muito pouco ortodoxo, um pouco guiado pela “música do acaso”. E essa música me fez encontrar, na biblioteca da escola onde dava aula, justamente um exemplar de O Agressor, de Fusco, numa obscura edição de 1976 da Francisco Alves. Um romance aliás todo dostoievskiano, mostrando a tensão crescente entre o protagonista David e uma dona de pensão autoritária, “disciplinadora”. Também li por essa época a obra de João Alphonsus e um de seus contos, O Mensageiro, apresenta o mesmo tipo de embate, com as mesmas características raskólnikovianas de oscilação entre o sentimento de onipotência e o auto-rebaixamento.&lt;br /&gt;Sei que vou espantar e decepcionar os puristas e adeptos de traduções vertidas diretamente do original, mas a tradução feita do francês do grande escritor mineiro é, para mim, a que melhor capta o espírito, mais que a letra, do romance mais famoso do grande autor russo. Há algo na cadência febril do estilo de Fusco, algo na sua fuliginosidade, que o aproxima mais do texto do que todos os esforços, mais que louváveis, decerto, do grande Paulo Bezerra (diga-se de passagem, é bom que ambas as versões existam).&lt;br /&gt;Pois bem, após o começo dos anos 80, meu Raskólnikov se tornou mais Fusco, e a Abril Cultural virou a Nova Cultural e foi aquela decadência… Eles volta e meia relançavam a série “Obras-Primas” mas sempre em edições progressivamente pioradas. A última versão então apresentava traduções suspeitíssimas assinadas por nomes que eu duvido que existam (ficamos menos crédulos e mais espertos graças à persistência e disciplina de Denise Bottman e seu site Não gosto de plágio). A última edição de Crime e Castigo apresentava outro deslize grave: ali não constava o nome do tradutor.&lt;br /&gt;Agora em 2010, passando por uma banca, vi que tinham novamente lançado a série. Pensei: mais um ato de picaretagem. Mas resolvi arriscar (afinal, R$14,90!) e qual não foi a minha surpresa ao ver que, além da qualidade, dessa vez resgataram a tradução de Rosário Fusco. Eis o motivo desse meu post. Acho é um texto que faz parte do nosso patrimônio cultural, e que não poderia ficar soterrado pelas areias do tempo. É uma grande tradução, que acerta o centro, o coração do lusco-fusco em que se movimentam os tipos dostoievkianos.&lt;br /&gt;Para o leitor ter uma idéia de cada uma das quatro traduções, e ver qual a que mais o atrai, vou transcrever o início de cada uma delas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A de Rosário Fusco começa assim&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;“Numa dessas tardes mais quentes dos princípios de julho, um rapaz saía do pequeno quarto que alugara, no Beco S., dirigindo-se, o passo tardo, vacilante, para a ponte K. Teve sorte de não encontrar, na escada, a senhoria.&lt;br /&gt;A água-furtada fica no alto de uma casa enorme, de cinco andares, e parecia mais um armário do que um cômodo habitável. A criatura que lhe alugara o cubículo, com comida e serviço de empregada, morava, justamente, logo embaixo de maneira que era obrigado, cada vez que saísse, a passar pela frente da respectiva cozinha, cuja porta, geralmente escancarada, dava para a escada. Nessa ocasião, sua expressão se contraía e vinha-lhe, sempre, aquela vaga sensação mórbida de pavor que o humilhava…”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A de Natália Nunes&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;“Nos começos de julho, por um tempo extremamente quente, saía um rapaz de um cubículo alugado, na travessa de S., e, caminhando devagar, dirigia-se à ponte de K.&lt;br /&gt;Discretamente, evitou encontrar-se com a dona da casa na escada. O tugúrio em que vivia ficava precisamente debaixo do telhado de uma alta casa de cinco andares e parecia mais um armário do que um quarto. A mulher que lho alugava, com refeição completa, vivia no andar logo abaixo, e por isso, quando o rapaz saía tinha de passar fatalmente diante da porta da cozinha, quase sempre aberta de par em par sobre o patamar.E todas as vezes que procedia assim sentia uma mórbida impressão de covardia, que o envergonhava e o fazia franzir o sobrolho.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://armonte.files.wordpress.com/2010/03/capa-de-crime-e-castigo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A de Luiz Cláudio de Castro&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;“Em um maravilhoso entardecer de julho, extraordinariamente cálido, um rapaz deixou o quarto que ocupava no sótão de um vasto edifício de cinco andares no bairro de S., e, lentamente, com ar indeciso, se encaminhou para a ponte de K.&lt;br /&gt;Teve a felicidade, ao descer, de não encontrar a senhoria, que morava no andar inferior. A cozinha, cuja porta estava sempre escancarada, dava para as escadas. Sempre que se ausentava, via-se o moço na contingência de afrontar as baterias do inimigo, o que o fazia passar pela forte sensação de quem se evade, que o humilhava e lhe carregava o sobrecenho.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A de Paulo Bezerra&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;“No cair da tarde de um início de julho, calor extremo, um jovem deixou o cubículo que subalugava de inquilinos na travessa S, ganhou a rua e, ar meio indeciso, caminhou a passos lentos em direção à ponte K.&lt;br /&gt;Saiu-se bem, evitando encontrar a senhoria na escada. Seu cubículo ficava bem debaixo do telhado de um alto prédio de cinco andares, e mais parecia um armário que um apartamento. Já a senhoria, de quem ele subalugava o cubículo com cama e mesa, ocupava um apartamento individual um lanço de escada abaixo, e toda vez que ele saía para a rua tinha de lhe passar forçosamente ao lado da cozinha, quase sempre de porta escancarada para a escada. E cada vez que passava ao lado, o jovem experimentava uma sensação mórbida e covarde, que o envergonhava e levava a franzir o cenho.”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://armonte.files.wordpress.com/2010/03/a-versao-direta-do-russo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Só uma observação: a tradução de Luiz Cláudio de Castro erra feio em usar termos como “maravilhoso” e “cálido” para esse entardecer de julho, uma vez que logo a seguir Dostoievski se esmera em dar um retrato quase apocalíptico do verão de São Petersburgo, no qual só encontramos os pobres, muitos deles embriagados, porque os endinheirados deixaram a cidade para suas residências de verão, fugindo do mau cheiro pestilento. Por isso, é muito difícil que, num lugar assim, o entardecer fosse “maravilhoso” e “extraordinariamente cálido”. É um lugar de pesadelo, apropriado para a andança febril do protagonista." &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;: Foram expostos aqui alguns depoimentos e considerações sobre aspectos das traduções de 'Crime e Castigo". A Equipe do blog &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.leiturascomlea.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;http://www.leiturascomlea.blogspot.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; agradecerá sugestões e discussões sobre o tema desta postagem. Assim, aguardaremos comentários e a participação dos visitantes deste espaço, sembre bem-vindos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;amp;site=armonte.wordpress.com&amp;amp;url=http%3A%2F%2Farmonte.files.wordpress.com%2F2010%2F03%2Fdostoievski_fedor.jpg&amp;amp;sref=http%3A%2F%2Farmonte.wordpress.com%2F2010%2F03%2F16%2Fdestaque-do-blog-lusco-fusco-o-crime-e-castigo-de-rosario-fusco%2F"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-7703917826309603219?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/7703917826309603219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=7703917826309603219' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7703917826309603219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/7703917826309603219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/algumas-traducoes-de-crime-e-castigo-no.html' title='Algumas traduções de Crime e Castigo no Brasil'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-4113612898460195103</id><published>2010-05-09T18:03:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T18:05:34.638-07:00</updated><title type='text'>Notas sobre Dostoiewski- contribuição Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;FIÓDOR DOSTOIEWSKI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Moscou em 30 de outubro de 1821 e morreu em são Petersburgo em 9 de fevereiro de 1881. Obedecendo ao desejo paterno, foi educado, con tra sua vontade, numa escola militar de engenharia. O horror que sentia pelo sistema de vida militar fez com que se tornasse um solitário. Entregou-se muito cedo à leitura, principalmen te das obras de Schiller, Dickens, Sue, Jorge Sand e Balzac, do qual chegou a fazer traduções. Nessa época, a Europa começava a enfrentar conflitos sociais. Na Rússia czarista também era grande o movimento em prol de reformas, liberalização do regime, modernização do país e maior justiça social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dostoiewski iniciou a militância política em meio aos grupos anarquistas e, simultaneamente, decidiu tornar-se escritor. Demitiu-se do exército, procurando mais tempo para concluir seu primeiro livro - "Pobre Gente" - que a crítica recebeu com frieza, acusando-o de imitar Gogol. Desses primeiros trabalhos, o que conseguiu maior sucesso foi a novela "Noites Brancas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolvido na conspiração do rebvolucionário Mikhael Petrachésvski, que pretendia assassinar Nicolau I, Dostoiewski foi preso e condenado à morte. No último momento, quando já estava no patíbulo, a pena foi transformada em trabalhos forçados na Sibéria. Anistiado em 1859, fixou residência em São Petersburgo, totalmente transformado pela dura experiência descrita em "Humilhados e Ofendidos" (1861) e "Recordações da Casa dos Mortos" (1862).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolve então dedicar-se ao jornalismo, fundando, com seu irmão Mikhail, o periódico "O Tempo". Mas a fama reconquistada não lhe traz o dinheiro necessário. O jornal e a doença da esposa custam caro. Dostoiewski acumula empréstimos; os credores ameaçam-nos de prisão. Em 1862, foge para o exterior, levando consigo uma jovem estudante, Polina Súslova. O dinheiro que conseguira levantar para a viagem, bem como o que ganhou com seus trabalhos na França, é dissipado pelo jogo. Por fim,deixa a amante - que seria personagem dos romances "O Jogador" (1866), "O Idiota" (1869) e "Os Irmãos Karamázov" (1880) - e volta à Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali, encontra a situação política mudada, o jornal fechado por ordem do governo, a esposa agonizante e o irmão em péssima situação financeira. Essa fase crítica, marcada ainda por fortes crises de epilepsia, leva o escritor a um estado de angústia que, no entanto, assinala seu amadurecimento completo como escritor. Publica "Memórias do subterrâneo" (1864) e "Crime e Castigo" (1866), considerado seu romance mais importante. Em 1867, casa-se com Ana Grigoriévna, uma estenógrafa de 21 anos. Novamente assediado pelos credores, foge para Genebra e, algum tempo depois, parte paraa Itália. Retorna à Rússia em 1871 e assume o cargo de redator chefe de "O Cidadão". É desse período o livro "Os Possessos" (1872), onde repudia os antigos companheiros de luta política. Com a publicação dos seus últimos romances - "O Adolescente" e "Os Irmãos Karamázov" - Dostoiewski passa a ser considerado o maior autor russo de seu tempo. Seus últimos anos foram tranquilos e felizes. Morreu atacado por uma hemorragia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto de Introdução a "Crime e Castigo", Abril Cultural, trad. de Natália Nunes)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-4113612898460195103?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/4113612898460195103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=4113612898460195103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4113612898460195103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4113612898460195103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/notas-sobre-dostoiewski.html' title='Notas sobre Dostoiewski- contribuição Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-9142459306586934820</id><published>2010-05-04T19:44:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T19:46:31.102-07:00</updated><title type='text'>Contribuições do Professor João Armando Nicotti</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Considerações críticas sobre CRIME E CASTIGO, de Dostoievski&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;João Armando Nicotti&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; 1. “CRIME E CASTIGO assegurou a popularidade do escritor. Não se falou senão desse acontecimento literário durante o ano de 1866: toda a Rússia preocupou-se com isso. Por ocasião do aparecimento do livro um estudante de Moscou assassinou um agiota em condições, sob todos os aspectos, semelhantes às imaginadas pelo romancista. Empreendeu-se uma curiosa estatística, procurando em muitos atentados análogos, cometidos desde então, a parte de influência dessa leitura. Decerto, as intenções de Dostoievski não admitem dúvida, ele procurou desviar-nos de semelhantes ações pelo quadro do suplício íntimo que as segue; mas não previu que a força excessiva de tais pinturas pudesse agir em sentido oposto, tentando o demônio da imitação nas regiões irracionais do cérebro. Sinto-me, por este motivo, muito embaraçado para pronunciar-me sobre o valor moral da obra. Nossos escritores dirão que me preocupo muito com isso. Não admitem, bem o sei, que esse elemento possa ser levado em conta na apreciação de uma obra de arte; como se alguma coisa existisse, no mundo, independente do valor moral! Os autores russos são menos soberbos, nutrem sempre o propósito de alimentar as almas, e a maior injúria que se lhes pode fazer é dizer-lhes que reuniram palavras sem servir a uma idéia. O romance de Dostoievski poderá ser tido como eficaz ou prejudicial, segundo o ponto de vista em que nos colocarmos, a favor ou contra a moralidade das execuções e dos processos públicos. A questão é da mesma ordem. Para mim ela será resolvida pela negativa.”   (O romance russo. Melchior de Vogué. Editora A Noite.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. “Después de la figura de ‘el hombre del subsuelo’, Raskólnikov fue el primer protagonista de Dostoievsky, en el que se puede ver la proyección de las ideas del autor en el proceso de clarificación que él buscó en la realización artística de ellos. Casi podríamos decir que el escritor imaginó el personaje de Razumíchin, el amigo de Raskólnikov, para por medio de él caracterizar mejor a su héroe; pero en el desarollo de la novela, éste, además de definirse por sus acciones, se define también por el prolongado duelo dialéctico que tiene, antes de confesar, con el juez instructor Porfíri Petróvich, acerca del derecho a cometer un delito por el bien de la humanidad, delito que el juez define como ‘fruto de un corazón irritado teóricamente’. La idea de Raskólnikov no era literariamente una novedad, pero es difícil saber si con Raskólnikov, Dostoievsky pretendia hacer un paralelo ruso al problema ya expuesto por Balzac en Père Goriot con el dilema de Rastignac sobre si un hombre tiene el derecho de realizar un pequeño mal a fines de un gran bien o, en forma más parecida a la de Dostoievsky, de matar a un ser nulo y nocivo para dar la felicidad a otros muchos buenos que de otro modo se perderían. Para mostrar claramente su idea, Dostoievsky hace razonar extensamente a su héroe acerca de Napoléon, tanto que la crítica rusa habló de la ‘idea-Napoleón’ en base a una relación puramente conjetural entre Dostoievsky y Nietzsche, debida a la admiración que el filósofo del superhombre tuvo por el autor de Crimen y castigo.” (La literatura rusa moderna. Ettore Lo Gatto. Losada.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. “As doutrinas dos niilistas russos, ponto de partida do autor, só podem ser consideradas desinteressantes se as julgarmos em termos de algum horizonte filosófico mais amplo; mas a genialidade de Dostoiévski permitiu-lhe elevá-las a alturas artísticas comparáveis às maiores criações da tragédia grega e elisabetana. Seus romances são, como há muito tempo os chamou Viatcheslav Ivánov, ‘romance-tragédia’ tanto em sua técnica cênica quanto na força intransigente com que anunciam o choque de alternativas morais e religiosas conflitantes. Todavia, essas alternativas derivam dos conflitos socioculturais da própria época e lugar do romancista; e, se estamos interessados em entender Dostoiévski mais do que os numerosos meios pelos quais tomou consciência do mundo moderno, é indispensável tomar essas origens como nosso ponto de partida interpretativo. De outro modo, estamos sujeitos a nos extraviar tristemente na avaliação dos sentidos que ele quis transmitir e até mesmo a não entender as estruturas artísticas pelas quais esse sentido é comunicado.” (Dostoievski – Os anos milagrosos – 1865 a 1871. Joseph Frank. Edusp.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seleção: Professor Nicotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-9142459306586934820?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/9142459306586934820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=9142459306586934820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/9142459306586934820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/9142459306586934820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/contribuicoes-do-professor-joao-armando.html' title='Contribuições do Professor João Armando Nicotti'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2702784253111084252</id><published>2010-05-04T17:53:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T17:57:33.452-07:00</updated><title type='text'>Sobre o "Porque hoje é sábado" de maio</title><content type='html'>Caros amigos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo quem não se inscreveu para o PORQUE HOJE É SÁBADO poderá inscrever-se para palestras individuais, basta manifestar-se por email (&lt;a href="mailto:lmasina.ez@terra.com.br"&gt;lmasina.ez@terra.com.br&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dostoiewski vai ser no dia 29 de maio, às 10 horas. End. Marquês do Herval 315, salão de festas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E vai ser um encontro fantástico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abços. da Léa Masina&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2702784253111084252?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2702784253111084252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2702784253111084252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2702784253111084252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2702784253111084252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/sobre-o-porque-hoje-e-sabado-de-maio.html' title='Sobre o &quot;Porque hoje é sábado&quot; de maio'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-8730528441500569323</id><published>2010-05-04T17:35:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T17:36:19.699-07:00</updated><title type='text'>Contribuição Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>(...) Só um livro fantástico se sustenta nessa extensão toda. Leio 3 ou 4 capítulos por dia, vou anotando nomes e situações, isso facilita reter os episódios para relacioná-los ao longo da obra. É um primoroso exercício de prosa realista, Dostoiewski tem a capacidade de entrar na alma da personagem, sobretudo na primeira parte, em Raskolhnikóv, e traduzir em palavras seus sentimentos! Vamos nos dando conta de que isso aconteceu intuitivamente, antes de Freud, e que os nossos grandes analistas psicológicos são todos filhotes de Dostoiewski (por exemplo, Machado de Assis). Segue um anexo, para irmos lendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom trabalho para todos e logo nos encontraremos no dia 29. Podem convidar amigos leitores, serão bem acolhidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-8730528441500569323?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/8730528441500569323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=8730528441500569323' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8730528441500569323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/8730528441500569323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/contribuicao-profa-dra-lea-masina.html' title='Contribuição Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-4019645601664197459</id><published>2010-05-04T17:33:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T18:00:40.039-07:00</updated><title type='text'>Crime e Castigo- anexo enviado por Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O personagem principal, apesar de professor de línguas, é um homem extremamente pobre e que vive angustiado pela sombra de se tornar alguém melhor ou fazer algo importante. Ele divide o homem em ordinário e extraordinário, numa tentativa de explicar a quebra das regras em prol do avanço humano.&lt;br /&gt;Seguindo este preceito - fazer algo que mude a sociedade ou em prol dela - o personagem planeja, em meio a uma luta consigo, a morte de uma &lt;/span&gt;&lt;a title="Agiota" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agiota"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;agiota&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; e, finalmente, cumpre-o.&lt;br /&gt;Antes de fugir da cena do crime, porém, Raskólnikov também comete, a contragosto, levado apenas pela situação de surpresa, o assassinato de Lisavieta, irmã da velha agiota, pois ela havia visto o cadáver recém-assassinado no chão.&lt;br /&gt;Este personagem principal rouba algumas joias, mas não chega a usufruir deste ganho, e sentindo-se arrependido enterra-as sob uma pedra.&lt;br /&gt;Após tal fato e seus desfechos, o romance relata de maneira detalhista os dramas psicológicos sofridos pelo autor do homicídio, toda a sua saga, sofrimento e arrependimento.&lt;br /&gt;Diversas histórias se desenvolvem de maneira paralela à principal, entre elas um romance da irmã do personagem Raskólnikov e as relações do personagem com Sônia.&lt;br /&gt;Apesar de investigar Raskólnikov, a polícia termina por prender um inocente que se intitulou culpado por uma razão pessoal (bem explicado no livro). Entretanto, o personagem por fim confessa o crime que cometera. A confissão deveu-se, principalmente, à enorme influência de Sônia, que, antes disso, compartilha com Raskólnikov algumas leituras do &lt;/span&gt;&lt;a title="Novo Testamento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Novo Testamento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;Por fim, Raskólnikov é preso. Porém, devido à sua confissão, arrependimento e ótimo antecedentes, sua pena acaba por ser reduzida a oito anos em uma cadeia na &lt;/span&gt;&lt;a title="Sibéria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sibéria"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sibéria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Durante tal período, Sônia, personagem que a partir de certo momento segue Raskólnikov em todas as situações, manteve-se muito presente, servindo até mesmo de mensageira a sua família em &lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="São Petesburgo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/São_Petesburgo"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;São Petesburgo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;Os flagrantes traços autobiográficos, como adoração pela mãe, o vício do jogo (O Jogador) e a fidelidade psicológica, bem como os traços estilísticos do autor, colocaram esta obra, indubitavelmente, entre as maiores da história da literatura universal e, certamente, junto com &lt;/span&gt;&lt;a title="Os Irmãos Karamazov" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Irmãos_Karamazov"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Os Irmãos Karamazov&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, garantiram a Fiódor Dostoiévski a posição de maior escritor russo da história em conjunto com &lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Lev Tolstoy" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Tolstoy"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Lev Tolstoy&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-4019645601664197459?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/4019645601664197459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=4019645601664197459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4019645601664197459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4019645601664197459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/05/crime-e-castigo.html' title='Crime e Castigo- anexo enviado por Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-9213176553265121238</id><published>2010-04-24T20:12:00.000-07:00</published><updated>2010-04-24T21:19:54.181-07:00</updated><title type='text'>O universo borgeano, por Prof. José Francisco Botelho</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Excelente a exposição do Prof. José Francisco Botelho sobre o "universo borgeano", em mais um encontro da programação de "Porque hoje é sábado", coordenado pela Profa. Dra. Léa Masina. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Agradeço pela otima oportunidade de receber os conhecimentos apresentados pelo Prof. Botelho e pela Profa. Léa, além da riqueza da discussão entre o palestrante, a coordenadora e os participantes da aula de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;No encontro de 29 de maio, o tema será o livro "Crime e Castigo", de Dostoiewski, com a palestra do Prof. João Armando Nicotti. Detalhes sobre o livro e o autor serão apresentados no blog, ao longo do mês de maio. Detalhes sobre o palestrante já estão na página "sobre os palestrantes", na barra lateral do blog. Acompanhe!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;Um abraço,&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Betina Mariante Cardoso&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Casa Editorial Luminara&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-9213176553265121238?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/9213176553265121238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=9213176553265121238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/9213176553265121238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/9213176553265121238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/excelente-contribuicao-o-universo.html' title='O universo borgeano, por Prof. José Francisco Botelho'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3526725873624687209</id><published>2010-04-23T19:14:00.000-07:00</published><updated>2010-04-23T19:16:57.617-07:00</updated><title type='text'>A Fronteira onde Jorge Luís Borges encontra o Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.celpcyro.org.br/v4/artigos/documents/Jorge_Luis_Borges_REVISTA_002.doc" target="_blank"&gt;A Fronteira onde Jorge Luís Borges encontra o Brasil - vestígios de uma travessia &lt;/a&gt;- Carmen Maria Serralta&lt;br /&gt;"... É meu desejo assinalar alguns aspectos que parecem relevantes quando de sua passagem pelos campos da região noroeste do Uruguai - espaço próximo e em parte contíguo à linha de fronteira com o Brasil - até desembocar na significativa visita a nossa cidade. O assunto é, pois, Borges - o homem e o escritor - na fronteira Brasil-Uruguai. " &lt;a href="http://www.celpcyro.org.br/v4/artigos/documents/Jorge_Luis_Borges_REVISTA_002.doc" target="_blank"&gt;Leia texto na íntegra&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.celpcyro.org.br/v4/artigos/index.htm"&gt;http://www.celpcyro.org.br/v4/artigos/index.htm&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.celpcyro.org.br/"&gt;www.celpcyro.org.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3526725873624687209?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3526725873624687209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3526725873624687209' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3526725873624687209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3526725873624687209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/fronteira-onde-jorge-luis-borges.html' title='A Fronteira onde Jorge Luís Borges encontra o Brasil'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1316072610039830634</id><published>2010-04-23T18:05:00.000-07:00</published><updated>2010-04-23T18:08:42.777-07:00</updated><title type='text'>Contribuição de Profa. Dra. Patrícia Lessa Flores da Cunha</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;TRADUÇÃO E CRIAÇÃO LITERÁRIA NA AMÉRICA LATINA:&lt;br /&gt;O caso Borges&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profª. Drª. Patrícia Lessa Flores da Cunha&lt;br /&gt;PPG Letras- Instituto de Letras, UFRGS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aportes teóricos mais recentes advindos das teorias desconstrutivistas e da recepção, da leitura e da produtividade do texto, bem como as relevantes contribuições da pesquisa lingüística, nas suas variantes discursivas e semióticas, ao lado dos novos enfoques da história e geografia das culturas, têm agudizado questionamentos e reflexões que permitem a inserção das questões de tradução nas vertentes das práticas interdisciplinares dos estudos culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente vista como uma atividade mimética, a tradução agora transcende as noções formais da equivalência, da literalidade e da fidedignidade para, na esfera da cultura, estabelecer relações dialéticas entre espaço e tempo, entre nós e eles. Nesse contexto expansivo, avulta o reconhecimento dos processos de diferença cultural, em que reside o “espaço do novo”, intersticial, que, na visão descentrada de Homi Bhabha e Edward Said, entre outros, elide as transações impostas por fronteiras e limites convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem a propósito, Susan Bassnett denominou essa mudança de ênfase - da base essencialmente lingüística para a da relação contextual - como a “vez do cultural” nos atuais Estudos de Tradução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção cada vez mais incontestada de que o valor - seja estético ou material - é determinado pela cultura torna-se particularmente relevante, se percebermos que tanto os estudos de tradução quanto os estudos culturais se inter-relacionam, no tocante às discussões contemporâneas sobre poder e modos de produção. Entre outras particularidades, ambos reconhecem a importância dos processos de manipulação a que se atrela a produção textual, encarada agora em seu sentido mais amplo; ambos se configuram como campos de investigação precipuamente interdisciplinares, instalados de modo fecundo no escopo dos chamados estudos pós-coloniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nessa dimensão que os propalados conceitos de “tradução cultural” e/ou “transferência intercultural” e, em certa medida, “tradução como reescritura”, apresentam-se sobremodo operacionais e instigantes, na medida em que eventualmente se preocupam com o modo de ser de outras culturas naquilo que lhes é íntriseco e original, e assim lêem e expressam o que, muitas vezes, nelas está implícito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de privilegiar as fronteiras entre o traduzível e o intraduzível, o dito e o não-dito, na consecução de sua peculiar experiência, transforma a tradução em paradigma, agora essencial, à tentativa de explicar os processos de apropriação, integração, deformação, assimilação do Outro, expresso nas suas múltiplas e variadas ocorrências. Não obstante, esse empreendimento não raro se frustra por estratégias sutis que ou tornam estranho o familiar, ou domesticam/familiarizam o exótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ler outras culturas equivale a ler o que está subtendido na cultura estrangeira, a “tradução cultural” supõe a construção de um texto paradoxalmente (sub)vertido-“a força dessa tradução radica no fato de que a descoberta do implícito se leva a cabo não apenas no texto de origem como no de destino”. (OVIDI I CARBONELL,1997, p.144)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, entende-se também a afirmação singular de Haroldo de Campos, quando propõe substancialmente repensar a tradução literária como fantasia, como ficção, ao especular: “Se o poeta é um fingidor, o tradutor é um transfingidor”. Pois é através das possibilidades da transcriação artística, na sua maneira de lidar com as perdas e danos intrínsecos ao ato tradutório, que se viabiliza a permanência do texto literário, em sua condição de traduzibilidade essencialmente histórica. (Mais uma vez lembrando Benjamin, “a tradução é apenas um modo algo provisório de discutir com a estranheza das línguas”.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente a essas idéias, é possível examinar o papel da tradução na obra de escritores brasileiros e latino-americanos, sob a perspectiva de uma relação transcultural que lhe é inerente, decorrente de sua condição histórica e intrínseca capacidade intertextual. Dentre esses, destacamos Machado de Assis, Monteiro Lobato, Erico Veríssimo e Jorge Luis Borges, objetos de nossas pesquisas mais recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realização de seu empreendimento ficcional, o escritor-tradutor atualiza mais que nunca a percepção crítica presente na atividade tradutória, e já referida por Paul de Man, na medida em que revela outros e novos enfoques sobre as realidades mesmas. Em muitos aspectos, os tradutores-escritores “constróem” uma poética de tradução que dialoga, quando não raro alimenta, os seus escritos ficcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso a ser aqui referido, máxime talvez da contemporaneidade de todas essas especulações, é a ficção-crítica de Jorge Luis Borges, que, segundo o próprio autor, realiza a literatura como tradução – “es consubstancial con las letras y con su modesto misterio/ no problem is as consubstantial to literature and its modest mistery as the one posed by translation”. (BORGES, 1999) Borges reconhece no fazer tradutório uma autonomia ficccional específica, o que lhe confere qualidade literária singular.¹&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos de seus críticos, raramente Borges se apresenta em seus contos como o inventor de uma estória; antes, recebe-a, escuta-a, ou a lê, como se fora dela o destinatário (ou tradutor?) Sua narração implica certa idéia de empréstimo, “adoção tardia”, em que toma para si o encargo de uma estória alheia, estrangeira, recuperando-a, no entanto, com todas as suas marcas de alteridade. Marca textual dessa intenção seria a maneira borgiana de, freqüentemente, começar um relato, recriando a atmosfera de uma fantasia alheia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em Trieste, no ano de 1872, num palácio com estátuas úmidas e instalações sanitárias deficientes, um cavalheiro com o rosto marcado por uma cicatriz africana – o capitão Richard Francis Burton, cônsul inglês - começou uma famosa tradução do Quitab alif laila ua laila, livro que também os rumis chamam das 1001 Noites.” (BORGES, 1982, p. 77)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa relação entre “imitação/plágio” e “originalidade/autoridade” remete, sem dúvida, às sempiternas questões da tradução, oscilando entre fidelidade e recriação, e é dada como característica essencial da obra borgiana- sendo assim, não deixa de ser sintomático que o primeiro trabalho publicado (1910), no jornal portenho El País, do muito jovem Borges tenha sido uma tradução- “El Príncipe Feliz”- do conto de Oscar Wilde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista de nossa breve reflexão crítica, é sobretudo a partir das teses formuladas em “Os Tradutores das 1001 Noites” que a obra de Borges, ancorada na experiência subjetiva do bilingüismo, justifica a realização de um contínuo indistinto de registros narrativos, onde personagens pretensamente subalternos – tradutores, exegetas, copiadores, intérpretes, bibliotecários, bem como gauchos e cuchilleros – dominam a cena, questionando, em cada eventual traição, a literalidade daqueles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, em várias de suas formulações críticas, repetidamente Borges reconhece “las dos maneras de traducir”. Uma seria a prática da literalidade, a outra a da perífrase; a primeira corresponderia às mentalidades românticas, a segunda às clássicas. Na visão de Borges, aos clássicos interessaria sobretudo a obra de arte, o “tejido”; jamais o artista e, por extensão, nem seu contexto. Ao contrário, o espírito romântico solicitaria sempre a presença do indivíduo, “el hombre”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Borges, a reverência ao eu justificaria, em parte, a literalidade nas traduções, que ademais implicaria a presença de “lo lejano, lo forastero”, o que é sempre, para o leitor, magia e “belleza”. E explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Las traduciones literales no sólo conducen a la zafiedad y la extravagancia, como señalaba Mathew Arnold, sino también a la novedad y la belleza...Esto nos plantea un interesante problema: una traducción literal ha creado una belleza própria, sólo suya.”(BORGES, 2001, p.85)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, acrescenta, em outra de suas especulações, a idéia de tradução literal, que concebe como uma metáfora “muy extendida”, podendo inclusive existir nos limites de uma mesma língua, é, em si mesma, um paradoxo, eis que uma tradução não “puede ser fiel al original... letra por letra”. Por isso mesmo, essa (im)possibilidade frustraria o trabalho do tradutor diante de tal expectativa de sua obra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gustación de la lejania, viaje casero por el tiempo y por el espacio, vestuario de destinos ajenos, nos son prometidos por las traslaciones literarias de obras antiguas: promesa que suele quedarse en el prólogo. El anunciado propósito de veracidad hace del traductor un falsario, pues este, para mantener la extrañez de lo que traduce se ve obligado a espesar el color local, a encrudecer las crudezas, a empalagar con las dulzuras y a enfatizarlo todo hasta la mentira.” (BORGES, 1997, p.258)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda maneira de traduzir, para Borges, estaria mais conforme a uma tradição que remontaria à Idade Média; buscaria a perfeição estética absoluta, desdenhando de localismos, “rarezas” e contigências. Não seria mera transposição literal, mas refletiria o trabalho do poeta que, tendo lido uma obra, “la desarrollaba luego a su ser, según sus fuerzas y las posibilidades hasta entonces conocidas de su lengua”. (BORGES, 1997, p.91)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concebendo a tradução como metáfora de um fazer literário, Borges anuncia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Llegará un día en el que a los hombres les importen poco los accidentes y las circunstancias de la belleza; les importará la belleza misma. Puede que ni siquiera les interesen los nombres ni las biografias de los poetas...Entonces tendremos traducciones no sólo tan buenas (las tenemos ya) como tan famosas, como el Homero de Chapman, el Rabelais de Urqhart, la Odisea de Pope. Creo que éste es un punto culminante digno de ser deseado con devoción.” (BORGES, 1997, p.94-95)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de eventuais afinidades e simpatias, Borges não estabelece noção de valor ao considerar as duas traduções citadas; no entanto assinala a sua diferença, entre elas e com o original.² E diz: “La diferencia está mas allá de las posibilidades del traductor; depende, más bien, de la manera en que leemos poesía.” (BORGES, 2001, p.81)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu “Credo de Poeta”, é sabido que Borges se assume paradigmaticamente como um leitor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Me considero esencialmente un lector. Como saben ustedes, me he atrevido a escribir; pero creo que lo que he leído es mucho más importante que lo he escrito. Pues uno lee lo que quiere, pero no escribe lo que quisiera, sino lo que puede.” (BORGES, 2001, p.119)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo, traduzindo, escrevendo, a poética borgeana, de modo peculiar, preserva o espírito da translatio: fazer ficção é transportar de seu contexto um material já existente para inseri-lo em outro, diferente, novo. Nesse movimento pleno de manipulação, considera o parasitismo e a subordinação, a leitura e sua glosa, a desestabilização das hierarquias e sistematizações, a relação entre o mesmo e o outro, a repetição e a diferença, o próprio e o alheio; para Borges, a literatura só tem sentido quando se move, se desenraiza, coloca em risco sua integridade.³&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os demais escritores-tradutores, em parte graças aos influxos da prática tradutória, Borges permanecerá como escritor universal, ao transformar o legado da tradição literária, belo e contingente como uma tradução, num mundo todo seu, arriscando-se assim na criação de um universo ficcional próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;¹“For Borges, translation was a means to enrich a literary work or a literary idea… It informs his ideas about literature and his creative process”. KRISTEL, E. Introduction. In: __________. Invisible work. Borges and translation. Nashville: Vanderbilt University Press, 2002. p.XVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;² “For Borges, as for Sterne, a translation can bring to light aspects of a work that may be lost on a reader of a original”. KRISTEL, E. Op. cit. p.8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;³ “Leer, glosar, reseñar y traducir son sólo algunas formas evidentes del parasitismo”. HELFT, N. &amp;amp; PAULS, A . Segunda Mano. In: ____________. El factor Borges. Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica, 2000. p.112.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BASSNETT, S. &amp;amp; LEVEFERE, A. Constructing cultures. Essays on literary translation. Clevedon: Cromwell Press, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BORGES, J. L. Las Dos Maneras de Traducir. In: _________. Textos recobrados. Buenos Aires: Emecé Editores, 1997. p.256-259.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________. La Música de las Palabras y la Traducción. In: MIHAILESCU, C.-A . (org.). Arte poética. Seis conferencias. Barcelona: Editorial Crítica, 2001. p. 75-95.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________. Credo de Poeta. In: MIHAILESCU, C.- A . (org.). Op. Cit. p. 119-145.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________. Os Tradutores das 1001 Noites. In: ___________. História da eternidade. Porto Alegre: Editora Globo, 1982. p. 75-95. Col. Sagitário. Trad. Carmen Vera Cirne Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________. The Homeric Versions. In: WEINBERGER, E. (org.) Selected non-fictions. New York: Penguin, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMPOS, H. de. Tradução e Reconfiguração: O Tradutor como Transfingidor. In: COULTHARD, M. &amp;amp; CALDAS-COULTHARD, C.R. (orgs.). Tradução: teoria e prática. Florianópolis: EDUFSC, 1991. p.17-31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARBONELL I CORTÉS, O. Traducir al otro. Traducción, exotismo, poscolonialismo. Cuenca: Ediciones de la Universidad de Castilla-La Mancha, 1997. 213p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HELFT, N. &amp;amp; PAULS, A . Segunda Mano. In: ____________. El factor Borges. Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica, 2000. p.103-124.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KRISTEL, E. Introduction. In: __________. Invisible work. Borges and translation. Nashville: Vanderbilt University Press, 2002. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1316072610039830634?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1316072610039830634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1316072610039830634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1316072610039830634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1316072610039830634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/contribuicao-de-profa-dra-patricia.html' title='Contribuição de Profa. Dra. Patrícia Lessa Flores da Cunha'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3936980263810374783</id><published>2010-04-18T18:57:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T18:59:57.219-07:00</updated><title type='text'>Contribuição da Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>"...Seguem algumas reflexões de Ricardo Piglia, a respeito dos leitores e da percepção borgiana da leitura... Tenho certeza de que gostarão e irão se preparando ainda mais para ouvir e falar sobre Borges no dia 24!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Léa Masina&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RICARDO PIGLIA, O ÚLTIMO  LEITOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos leitores mais convincentes que conhecemos, a respeito de quem podemos imaginar que perdeu a visão lendo, tenta, apesar de tudo, prosseguir. Essa poderia ser a primeira imagem do último leitor, aquele que passou a vida inteira lendo, aquele que queimou os olhos na luz da lâmpada. “Agora sou um leitor de páginas que meus olhos já não vêem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outros casos, e Borges os evocou como se fossem seus antepassados (Mármol, Groussac, Milton). Um leitor também é aquele que lê mal, distorce, percebe confusamente. Na clínica da arte de ler, nem sempre o que tem melhor visão lê melhor. (...) Em Borges, a leitura é uma arte da distância e da escala”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kafka via a literatura do mesmo modo. Numa carta para Felice Bauer, define assim a leitura de seu primeiro livro: “ Realmente, há nele uma incurável desordem, e é preciso aproximar-se muito para ver alguma coisa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira questão: a leitura é uma arte da microscopia, da perspectiva e do espaço (não só os pintores se ocupam dessas coisas). Segunda questão: a leitura é coisa de ótica, de luz, uma dimensão da física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor moderno (...) vive num mundo de signos; está rodeado de palavras impressas (...). O leitor viciado, o que não consegue deixar de ler, e o leitor insone, o que está sempre desperto, são representações extremas do que significa ler um texto, personificações narrativas da complexa presença do leitor na literatura. Eu os chamaria de leitores puros; para eles, a leitura não é apenas uma prática, mas uma forma de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Literatura e sonho: no excesso, é possível entrever um pouco da verdade da prática da leitura; seu avesso, sua zona secreta: os usos desviados, a leitura fora do lugar. Talvez o exemplo mais nítido desse modo de ler esteja no sonho ( nos livros que se lêem nos sonhos).  [“alguma vez, você já sonhou que estava lendo ? Com que velocidade você lê em seus sonhos?]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma relação entre a leitura e o real porque também há uma relação entre a leitura e os sonhos, e nesse duplo vínculo, (...) tramam-se as histórias. Há romances (Joyce, Cervantes) que procuram seus temas na realidade, mas entram nos sonhos de um modo de ler. Essa leitura noturna define um tipo particular de leitor, o visionário, o que lê para saber como viver.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A pergunta  “o que é um leitor?” é, sem sombra de dúvida, a pergunta da literatura. Essa pergunta a constitui , não é externa a si mesma, é sua condição de existência. E a resposta a essa pergunta – para benefício de todos nós, leitores imperfeitos porém reais – é um texto: inquietante, singular e sempre diverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rastros de “Tlon” : sempre existe algo de inquietante, ao mesmo tempo estranho e familiar, na imagem concentrada de alguém que lê, uma misteriosa intensidade que a literatura fixou inúmeras vezes. O sujeito se isolou, parece separado do real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida não se detém, somente se separa daquele que lê, segue seu curso. Há um certo desajuste que, paradoxalmente, a leitura viria exprimir. O leitor inventado por Borges se instala nesse espaço. Borges inventa o leitor como herói a partir do espaço que se abre entre a letra e a vida e esse leitor (que freqüentemente afirma chamar-se Borges, mas que também pode chamar-se Pierre Menard ou Hermann Soergel ou ser o anônimo bibliotecário aposentado de “O livro de Areia”) é um dos personagens mais memoráveis da literatura contemporânea. E o mais trágico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tlon. Uqbar, Orbis Tertius” começa com um texto perdido, um artigo da enciclopédia; alguém o leu, mas não consegue mais encontra-lo. O que irrompe não é o real, mas a ausência, um texto que não se tem e cuja busca leva, como num sonho, ao encontro de outra realidade. A falta é imediatamente assimilada ao que foi subtraído. Há nisso um quê político, que remete ao complô, a uma lógica cruel e sigilosa que altera a ordem do mundo. Alguém está de posse do que falta, alguém o apagou. Não é um enigma, nem um mistério; é um segredo, no sentido etimológico (scernere significa “por à parte”, “ esconder”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Borges, o imaginário se instala entre os livros, surge em meio à sucessão simétrica de volumes alinhados nas estantes silenciosas de uma biblioteca. “A certeza de que tudo está escrito nos anula e nos transforma em fantasmas”, escreve Borges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse universo saturado de livros, em que tudo está escrito, só é possível reler, ler de outro modo. Por isso, uma das chaves desse leitor inventado por Borges é a liberdade no uso dos textos, a disposição para ler segundo o interesse e a necessidade. Uma certa arbitrariedade, uma certa inclinação deliberada para ler mal, para ler fora do lugar, para relacionar séries impossíveis. A marca dessa autonomia absoluta do leitor em Borges é o efeito de ficção produzido pela leitura. (...) Em Borges, não se lê a ficção como mais real do que o real, mas o real perturbado e contaminado pela ficção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3936980263810374783?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3936980263810374783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3936980263810374783' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3936980263810374783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3936980263810374783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/contribuicao-da-profa-dra-lea-masina.html' title='Contribuição da Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-2697464946812842085</id><published>2010-04-09T19:23:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T19:47:53.095-07:00</updated><title type='text'>Poema de Borges</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;POEMA DE LOS DONES &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Nadie rebaje a lágrima o reproche &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;esta declaración de la maestría &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;de Dios, que con magnífica ironía &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;me dio a la vez los libros y la noche. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;De esta ciudad de libros hizo dueños&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; a unos ojos sin luz, que sólo pueden&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; leer en las bibliotecas de los sueños &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;los insensatos párrafos que ceden &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;las albas a su afán. En vano el día&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; les prodiga sus libros infinitos,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; arduos como los arduos manuscritos que perecieron en Alejandría. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;De hambre y de sed (narra una historia griega) &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;muere un rey entre fuentes y jardines;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; yo fatigo sin rumbo los confines de esta alta y honda biblioteca ciega. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Enciclopedias, atlas, el Oriente &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;y el Occidente, siglos, dinastías, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;símbolos, cosmos y cosmogonías&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;brindan los muros, pero inútilmente. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Lento en mi sombra, la penumbra hueca &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;exploro con el báculo indeciso, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;yo, que me figuraba el Paraíso&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; bajo la especie de una biblioteca. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Algo, que ciertamente no se nombra &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;con la palabra azar, rige estas cosas;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; otro ya recibió en otras borrosas &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;tardes los muchos libros y la sombra. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Al errar por las lentas galerías &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;suelo sentir con vago horror sagrado &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;que soy el otro, el muerto, que habrá dado&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; los mismos pasos en los mismos días. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;¿Cuál de los dos escribe este poema &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;de un yo plural y de una sola sombra? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;¿Qué importa la palabra que me nombra&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; si es indiviso y uno el anatema?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Groussac o Borges, miro este querido&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; mundo que se deforma y que se apaga&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; en una pálida ceniza vaga&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; que se parece al sueño y al olvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Borges, El Hacedor, 1960&lt;br /&gt;Jorge Luis Borges, 1960&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-2697464946812842085?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/2697464946812842085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=2697464946812842085' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2697464946812842085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/2697464946812842085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/poema.html' title='Poema de Borges'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3844347250437842515</id><published>2010-04-08T19:35:00.000-07:00</published><updated>2010-04-08T19:38:00.914-07:00</updated><title type='text'>Borges y Yo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;BORGES Y YO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Luis Borges&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al otro, a Borges, es a quien le ocurren las cosas. Yo camino por Buenos Aires y me demoro, acaso ya mecánicamente, para mirar el arco de un zaguán y la puerta cancel; de Borges tengo noticias por el correo y veo su nombre en una terna de profesores o en un diccionario biográfico. Me gustan los relojes de arena, los mapas, la tipografía del siglo XVIII, las etimologías, el sabor del café y la prosa de Stevenson; el otro comparte esas preferencias, pero de un modo vanidoso que las convierte en atributos de un actor. Sería exagerado afirmar que nuestra relación es hostil; yo vivo; yo me dejo vivir, para que Borges pueda tramar su literatura y esa literatura me justifica. Nada me cuesta confesar que ha logrado ciertas páginas válidas, pero esas páginas no me pueden salvar, quizá porque lo bueno ya no es de nadie, ni siquiera del otro, sino del lenguaje o la tradición. Por lo demás, yo estoy destinado a perderme, definitivamente, y sólo algún instante de mí podrá sobrevivir en el otro. Poco a poco voy cediéndole todo, aunque me consta su perversa costumbre de falsear y magnificar. Spinoza entendió que todas las cosas quieren perseverar en su ser; la piedra eternamente quiere ser piedra y el tigre un tigre. Yo he de quedar en Borges, no en mí ( si es que alguien soy) , pero me reconozco menos en sus libros que en muchos otros o que en laborioso rasgueo de una guitarra. Hace años yo traté de librarme de él y pasé de las mitologías del arrabal a los juegos con el tiempo y con lo infinito, pero esos juegos son de Borges ahora y tendré que idear otras cosas. Así mi vida es una fuga y todo lo pierdo y todo es del olvido, o del otro. No sé quál de los dos escribe esta página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La lectura debe ser una de las formas de la felicidad – Jorge Luis Borges&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conocer a un escritor es entender su universo: sus fuentes literarias, sus temas recorrentes, sus obsesiones y sus sueños. En el caso de Borges, reducir este universo a una selección es un verdadero desafio . Emir Rodríguez Monegal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quizá la manera más eficaz de acceder al mundo literario que cubre el nombre de Jorge Luis Borges sea aceptar, de una vez, que constituye una literatura dentro de otra literatura.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3844347250437842515?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3844347250437842515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3844347250437842515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3844347250437842515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3844347250437842515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/borges-y-yo.html' title='Borges y Yo'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-1964266418584339065</id><published>2010-04-06T18:54:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T19:01:40.931-07:00</updated><title type='text'>Preparando a leitura de Borges...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;BORGES, EL PALABRISTA (1980 - 1995)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El nacimiento de un poema, de un cuento, surge como algo que yo diviso de lejos. Podríamos usar la metáfora de una isla. Es como se yo viera desde muy lejos una isla. Evidentemente, dada mi lejanía, veo solamente sus límites en el horizonte: su principio y su fin. No alcanzo a divisar sus formas, ni quiénes la habitan como ningún otro detalle específico. Con mis escritos ocurre lo mismo Cuándo yo comienzo a escribir, sé siempre cuáles son el principio y el final del cuento. Acerca de esto nunca tengo dudas. Lo que si ignoro es lo que va a pasar entre ese principio y ese fin, cuándo y dónde se va a situar la historia. Todo eso viene después. Para mí una poesía que describe no es una poesía. Además no sé si se puede describir con una poesía. Quizá con la pintura pueda describirse. En música sucede como con la escritura. Si uno graba el ruido del mar, podría eso denominarse música? En la poesía y en la prosa más que describir situaciones o cosas, se alude, se sugiere. Por ejemplo, Kipling en una de sus poesías decía “quién ha deseado el mar”. Allí no hay descripción. Por el contrario, se ha aprovechado la imagen del mar para sugerir algo, quizá la agitación de un deseo. Por eso, lo más importante en la poesía y en la prosa es el “acento” del poeta, la entonación del acento del poeta. Pienso que el lenguaje poético y el que se utiliza para la prosa se diferencian profundamente del lenguaje oral. Cuándo hablamos no estamos haciendo ni prosa ni poesía. Para ambas es importante el sonido”. Cuándo uno conversa, uno no se cuida del “ sonido”. Por eso una persona que no tiene oído, jamás podrá escribir bién.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contribuição Profa. Dra. Léa Masina&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-1964266418584339065?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/1964266418584339065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=1964266418584339065' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1964266418584339065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/1964266418584339065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/04/preparando-leitura-de-borges.html' title='Preparando a leitura de Borges...'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-5009811361459761086</id><published>2010-03-26T18:16:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T08:17:12.676-07:00</updated><title type='text'>Aos participantes do grupo de leitura- email da Profa. Dra. Léa Masina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Queridos amigos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque amanhã será nosso primeiro sábado, estou enviando a vocês o poema de Vinícius de Moraes, cujo estribilho nomeou o nosso encontro.(sugestão de Ingrid Birnfeld). E sugiro que visitem o nosso blog e se manifestem nele: &lt;a href="http://www.leiturascomlea.blogspot.com.br/"&gt;http://www.leiturascomlea.blogspot.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esqueçam o endereço: Marquês do HERVAL, 315 - salão de festas. O escritor Walter Galvani e eu teremos o maior prazer em tê-los conosco nesse encontro, inclusive aos nossos prezadíssimos demais ministrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DIA DA CRIAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é sábado, amanhã é domingo&lt;br /&gt;A vida vem em ondas, como o mar&lt;br /&gt;Os bondes andam em cima dos trilhos&lt;br /&gt;E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é sábado, amanhã é domingo&lt;br /&gt;Não há nada como o tempo para passar&lt;br /&gt;Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo&lt;br /&gt;Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é sábado, amanhã é domingo&lt;br /&gt;Amanhã não gosta de ver ninguém bem&lt;br /&gt;Hoje é que é o dia do presente&lt;br /&gt;O dia é sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível fugir a essa dura realidade&lt;br /&gt;Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios&lt;br /&gt;Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas&lt;br /&gt;Todos os maridos estão funcionando regularmente&lt;br /&gt;Todas as mulheres estão atentas&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento há um casamento&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Hoje há um divórcio e um violamento&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um rico que se mata&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um incesto e uma regata&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um espetáculo de gala&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma mulher que apanha e cala&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um renovar-se de esperanças&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma profunda discordância&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um sedutor que tomba morto&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um grande espírito-de-porco&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma mulher que vira homem&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há criancinhas que não comem&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um piquenique de políticos&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um grande acréscimo de sífilis&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um ariano e uma mulata&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma tensão inusitada&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há adolescências seminuas&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um vampiro pelas ruas&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um grande aumento no consumo&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um noivo louco de ciúmes&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um garden-party na cadeia&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma impassível lua cheia&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há damas de todas as classes&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Umas difíceis, outras fáceis&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um beber e um dar sem conta&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma infeliz que vai de tonta&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um padre passeando à paisana&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há um frenesi de dar banana&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma sensação angustiante&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;De uma mulher dentro de um homem&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há uma comemoração fantástica&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Da primeira cirurgia plástica&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;E dando os trâmites por findos&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;Há a perspectiva do domingo&lt;br /&gt;Porque hoje é sábado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todas essas razões deverias ter sido riscado do Livro das Origens,&lt;br /&gt;ó Sexto Dia da Criação.&lt;br /&gt;De fato, depois da Ouverture do Fiat e da divisão de luzes e trevas&lt;br /&gt;E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra&lt;br /&gt;E depois, da gênese dos peixes e das aves e dos animais da terra&lt;br /&gt;Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.&lt;br /&gt;Na verdade, o homem não era necessário&lt;br /&gt;Nem tu, mulher, ser vegetal, dona do abismo, que queres como&lt;br /&gt;as plantas, imovelmente e nunca saciada&lt;br /&gt;Tu que carregas no meio de ti o vórtice supremo da paixão.&lt;br /&gt;Mal procedeu o Senhor em não descansar durante os dois últimos dias&lt;br /&gt;Trinta séculos lutou a humanidade pela semana inglesa&lt;br /&gt;Descansasse, ó Senhor, e simplesmente não existiríamos&lt;br /&gt;Seríamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmica&lt;br /&gt;em queda invisível na terra.&lt;br /&gt;Não viveríamos da degola dos animais e da asfixia dos peixes&lt;br /&gt;Não seríamos paridos em dor nem suaríamos o pão nosso de cada dia&lt;br /&gt;Não sofreríamos males de amor nem desejaríamos a mulher do próximo&lt;br /&gt;Não teríamos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda e missa de sétimo dia&lt;br /&gt;Seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das águar em núpcias&lt;br /&gt;A paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio&lt;br /&gt;A pureza maior do instinto dos peixes, das aves e dos animais em cópula.&lt;br /&gt;Ao revés, precisamos ser lógicos, frequentemente dogmáticos&lt;br /&gt;Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas&lt;br /&gt;Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade&lt;br /&gt;Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo&lt;br /&gt;E para não ficar com as vastas mãos abanando&lt;br /&gt;Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-5009811361459761086?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/5009811361459761086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=5009811361459761086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5009811361459761086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/5009811361459761086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/03/queridos-amigos-porque-amanha-sera.html' title='Aos participantes do grupo de leitura- email da Profa. Dra. Léa Masina'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-3002007693922217152</id><published>2010-03-23T04:19:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T07:52:06.972-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos'/><title type='text'>Contribuição do Professor Walter Galvani ao blog "Porque hoje é sábado"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/S6lh3XjO-kI/AAAAAAAAADo/le6DgzPf9Tg/s1600-h/Walter+Galvani+trabalhando+em+seu+novo+livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451996427751193154" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/S6lh3XjO-kI/AAAAAAAAADo/le6DgzPf9Tg/s320/Walter+Galvani+trabalhando+em+seu+novo+livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;"Tudo nos escapa, e todos, e nós mesmo. A vida do meu pai é-me mais desconhecida que a de Adriano. Minha própria existência, se eu quisesse escrevê-la, seria reconstituída por mim pelo exterior, penosamente, como a de outra pessoa; teria de recorrer às cartas, a lembranças de outrem, para fixar essas memórias flutuantes. Não passam nunca de paredes desmoronadas, cortinas de sombra, conseguir que as lacunas de nossos textos no que se refere a vida de Adriano, coincidam com o que teriam sido os seus próprios esquecimentos.&lt;br /&gt;O que não significa como se diz exageradamente, que a verdade histórica seja sempre e em tudo inacessível. Acontece com essa verdade, o mesmo que com todas as outras: enganano-nos mais ou menos.&lt;br /&gt;As regras do jogo: tudo aprender, tudo ler, informar-se de tudo e, simultaneamente, adaptar ao objetivo a ser atingido."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-3002007693922217152?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/3002007693922217152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=3002007693922217152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3002007693922217152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/3002007693922217152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/03/contribuicao-de-walter-galvani-ao-blog.html' title='Contribuição do Professor Walter Galvani ao blog &quot;Porque hoje é sábado&quot;'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/S6lh3XjO-kI/AAAAAAAAADo/le6DgzPf9Tg/s72-c/Walter+Galvani+trabalhando+em+seu+novo+livro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-457026672077769856.post-4893533137717949289</id><published>2010-03-20T17:54:00.000-07:00</published><updated>2010-03-20T19:05:34.886-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de leitura'/><title type='text'>Programa dos encontros</title><content type='html'>PORQUE HOJE É SÁBADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COORDENAÇÃO:  Profa. Dra. Léa Masina  (lmasina.ez@terra.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Rua Marquês do Herval, 315 – Salão de Festas&lt;br /&gt;Horário: das 10 às 12 horas, sábados&lt;br /&gt;Investimento: 80 reais o encontro (pagos no ato, mediante inscrição prévia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Março, 27 -  Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar &lt;br /&gt;Escritor e Jornalista Walter Galvani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abril, 24 -   Ficções, de Jorge Luis Borges (contos  Tlon, Uqbar, Orbis Tertius, Ruínas Circulares, Aproximação a Almostasin, O milagre secreto)&lt;br /&gt;Jornalista e Mestre em Literatura  José Francisco Botelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maio, 29 -  Crime e Castigo, de Dostoiewski &lt;br /&gt;Professor João Armando Nicotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junho, 26- O retrato de Dorian Gray , de Oscar Wilde&lt;br /&gt;Professor Doutor em Literatura  Ricardo Barberena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julho, 17  -  Os sofrimentos do jovem Werther, de Goethe &lt;br /&gt;Professor Doutor em Letras Gerson Neumann&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agosto, 28 -  História dos treze (trilogia, L&amp;PM) , de Honoré de Balzac &lt;br /&gt;Escritor e Editor Ivan Pinheiro Machado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setembro,  25 – Por quem os sinos dobram?, de Ernest  Hemingway &lt;br /&gt;Escritor Alcy Cheuiche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outubro, 23 -  Contos, de Katherine Mansfield&lt;br /&gt;Professora Doutora Patrícia Lessa Flores da Cunha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novembro, 27.   Linha de sombra, de Joseph Conrad           &lt;br /&gt;Professor, Mestrando em Letras pela UFRGS e Tradutor Guilherme Braga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezembro, 18 – A maçã no escuro, de Clarice Lispector&lt;br /&gt;Professor Doutor e Jornalista  Tatata Pimentel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/457026672077769856-4893533137717949289?l=leiturascomlea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/feeds/4893533137717949289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=457026672077769856&amp;postID=4893533137717949289' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4893533137717949289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/457026672077769856/posts/default/4893533137717949289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leiturascomlea.blogspot.com/2010/03/programa-dos-encontros.html' title='Programa dos encontros'/><author><name>CASA EDITORIAL LUMINARA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194113251226233466</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_TnnKv9V82eQ/SlKsa_XrmKI/AAAAAAAAABo/zGJKRIXc8O4/S220/SUC30229.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
